As vidas humanas, mais do que tudo, são um caminhar nas veredas do vulgar, entre obstáculos materiais, tristezas sentimentais e … More
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CARTA DE ÉVORA – O beijo proibido (como um conto) – por Joaquim Palminha Silva
«Sombra da tua sombra, doce e calma, Sou a grande quimera da tua alma E, sem viver, ando … More
CONTOS & CRÓNICAS – “REVOLTA” – por Joaquim Palminha Silva
O «homem é a única criatura que se recusa a ser o que é» – Albert Camus in, O Homem … More
CARTA DE ÉVORA – «Fui ao Jardim da Celeste…»- por Joaquim Palminha Silva
É difícil, sem sombra de dúvida, e em sua feição nobre, determinar o que mais se mantém na memória … More
Cavaco só conheço um …e era alveitar no século XVIII! – Joaquim Palminha Silva
Dizia mestre Aquilino Ribeiro, tingindo de ironia muito sua, a prosa sobre antiguidades: «Não posso ver um farrapo impresso que … More
PRAÇA DA REVOLTA – “PARA QUE NOS SERVE O ESTADO? “- por Joaquim Palminha Silva
Foi esta rubrica desde início um espaço destinado a acolher textos meus ou de convidados, de amigos que chegam a … More
CRÓNICA DE DOMINGO – Nação do Desleixo habitada por Relaxados – por Joaquim Palminha Silva
Uma população com “estatuto de cidadania” que não cuida da Nação por negligência generalizada, associada a “tradicional” preguiça mental, … More
CARTA DE ÉVORA – Évora num livro extravagante de 1739 – por Joaquim Palminha Silva
(um conto reconstituído da História verdadeira) A cidade de Évora tem proporcionado a vários escritores os mais curiosos títulos. Como … More
