O MEDO*, POR ANDRÉ BRUN

  III Os valentes guardam-se para ter medo nas ocasiões. Não faltam – as ocasiões, entenda-se. Normalmente, o valente, convencido … More

O MEDO*, POR ANDRÉ BRUN

II Conheci nesta guerra – em matéria de medo – duas categorias de indivíduos: uns que tinham algum medo sempre, … More

O MEDO*. Por ANDRÉ BRUN

I Se Bayard foi o cavaleiro sem medo, grandes capitães o tiveram e foram, ao menos um dia, um joguete … More

Q. G. 3. * POR ANDRÉ BRUN

  A madame Faës, très chère amie. III Se Madame Fäes não tivesse com os lucros de guerra arredondado os … More

Q. G. 3. * POR ANDRÉ BRUN

A madame Faës, très chère amie. II Durante três anos aquela loja esteve atulhada de ingleses. Desfilaram por ali vários … More

Q. G. 3. * POR ANDRÉ BRUN

A madame Faës, très chère amie. Sessenta e cinco por cento dos que andam na guerra regressarão à paz sem … More

MIL E UMA NOITES DE TRINCHEIRA*. Por ANDRÉ BRUN

III Para o museu, para o comando de batalhão, a noite é também o problema. O dia é a papelada, … More

MIL E UMA NOITES DE TRINCHEIRA*. Por ANDRÉ BRUN

II Cavou-se um abismo entre nós e a retaguarda. Aqueles que dormem todas as noites na sua cama, sejam eles … More