DAQUI PARA A FRENTE
Daqui para a frente é sempre a andar, continuando a crescer.
No passado Domingo fomos votar, mais gente que de costume, e elegemos uma catrefada de malta. Pela parte que me toca, ou seja pela gente que me diz muito, dentro da minha cidade, aconteceu o que era previsível e o que eu ansiava. Não foi nada mau. “Ganhei” em todas!
Para os destinos da cidade, ganhou, desta vez com maioria absoluta, o “meu” candidato, Rui Moreira.
Para a Junta de Freguesia do meu local de nascimento, Foz do Douro (neste caso União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde), ganhou o meu amigo Nuno Ortigão.
Para a Junta de Freguesia de Campanhã (Freguesia pela qual tenho um carinho muito especial), ganhou o meu amigo Ernesto Santos.
Como se vê, eu, não poderia estar mais satisfeito.
Daqui para a frente, só é preciso que continuem a trabalhar bem. A trabalhar sempre mais e melhor do que trabalharam até aqui. Trabalhar para tentar chegar aos níveis de excelência que se tem de exigir a quem trabalha em nosso nome, para o nosso bem colectivo, e a quem demos o nosso voto de confiança. Daqui para a frente só podemos esperar o melhor, porque foram os melhores de entre todos os candidatos, os que nós escolhemos para nos representarem. Num país onde toda a gente exige tudo, de todos e mais alguns, não esperem que deixemos de cobrar a exigência que nos assiste.
P´rá frente PORTO, sempre a crescer!

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CARTAZES PARA QUE VOS QUERO
Há alguns dias, em conversa com um amigo, recém eleito autarca da nossa cidade, foi-me dito que havia a obrigatoriedade de os partidos políticos retirarem os cartazes que tivessem colocado durante a campanha eleitoral, e que caberia à Junta de Freguesia, verificar, avisar e fazer cumprir essa obrigação.
No entanto, no Jornal de Notícias de hoje, vem a seguinte notícia:
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Ninguém é obrigado a tirar cartazes das ruas
Por todo o país, quatro dias após as eleições autárquicas, mantêm-se nas ruas cartazes de propaganda política.
O certo é que, na realidade, não existe um prazo legal para a retirada do material de campanha, nem sequer a obrigatoriedade de alguém o fazer.
Há alguns anos, e por causa deste assunto, velho de mais de quarenta anos, escrevi estes dois pequenos artigos:
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http://atributos-1.blogspot.pt/2009/06/cartazes-para-que-vos-quero.html
(In O Primeiro de Janeiro, 9-6-2009)
e
http://atributos-1.blogspot.pt/2009/10/cartazes-para-que-vos-quero-ii.html
(In Blogue Atributos-1, 18-10-2009)
Infelizmente parece que continuam actuais!
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QUANDO UM SISTEMA POLÍTICO SE TORNA MAIS IMPORTANTE
DO QUE A NOSSA NACIONALIDADE,
TROCAM-SE AS PRIORIDADES.
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HOJE, 5 DE OUTUBRO, PORTUGAL FAZ ANOS
874.º aniversário do Tratado de Zamora (5 de Outubro de 1143)
FUNDAÇÃO DE PORTUGAL
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O Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre
D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela.
Pelos termos do tratado, Afonso VII concordou em que o Condado Portucalense passasse a ser reino,
tendo D. Afonso Henriques como seu Rei.
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Oportuno o assunto dos cartazes que pululam por tudo que é sítio.
Lamento o facto de ultimamente servirem de chacota uns dos outros .
Se há falta de sentido concreto de cidadania ,os cartazes até serviriam de estímulo .
Parece servirem intentos de vingança ou de humilhar este ou aquele pretendente a autarca .
Aconteceu este ano ,a candidatos “corruptos” como o caso de Isaltino de Morais .
As eleições servirão apenas de motivo execrível de chacota ou política ou pessoal.
Maria