DESIGUALDADE CRESCENTE NA REPARTIÇÃO DA RIQUEZA CRIADA ANUALMENTE NO PAÍS (PIB) ENTRE O TRABALHO E OS DONOS DO CAPITAL E GRANDES DESIGUALDADES SALARIAIS IMPOSTAS PELAS EMPRESAS QUE AGRAVAM A REPARTIÇÃO DA RIQUEZA – por EUGÉNIO ROSA

          Eugénio Rosa, edr2@netcabo.pt, 28-3-2021

A CRISE DO COVID 19 E A INCAPACIDADE DAS SOCIEDADES NEOLIBERAIS EM LHE DAREM RESPOSTA – X – A PANDEMIA DO CORONAVÍRUS PODE SER O GRANDE NIVELADOR DAS DESIGUALDADES? – por ROMARIC GODIN

    La pandémie de coronavirus peut-elle être le grand niveleur des inégalités?, por Romaric Godin Mediapart, 15 de Março … More

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho – uma análise país a país. O problema do sub-emprego Escondido no Japão. Parte (2/7)

(Philip Lachowycz, Setembro de 2014)
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O grau de desajustamento no mercado de trabalho japonês, com um excesso de oferta de empregos a tempo parcial e um excesso de procura de empregos a tempo integral, é evidente nas taxas de salários. Nos últimos 15 anos, os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo parcial têm aumentado, enquanto os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo inteiro têm uma clara tendência descendente.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Japão. Pleno emprego sobre o mercado de trabalho japonês e a realidade – Parte (1/7)

(Amelie Marie in Tokyo, Junho 2015)

Assim, o quase pleno emprego é dito estar  “de retorno ”  no  Japão, graças à implementação de uma política flexível sobre a legislação laboral, bem como ao aumento massivo de  de postos de trabalho precários. As empresas japonesas cada vez mais indisponíveis para assinar contratos de duração indeterminada CDI, recorrem cada vez mais a trabalho irregular, freeter e haken.  

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte II

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

Diante de uma pressão crescente tanto na produção de alta como de baixa  tecnologia, desde o início dos anos 2000, a UE perdeu participação de mercado nos BRICS, e na China em particular, que se tornou o maior exportador de bens e está a subir na  cadeia de valor. Assim, mesmo que a deslocalização da produção para países de baixos salários seja fundamental para a competitividade das empresas da Europa Ocidental, o aumento da China e de outros países asiáticos está a criar dificuldades nas economias mais fracas da UE.