INFORMAÇÃO 6/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE – A SUSTENTABILIDADE DA ADSE E A AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS – por EUGÉNIO ROSA

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“A ADSE É VIÁVEL, DESDE QUE OS ATUAIS RESPONSÁVEIS PELA SUA CONTINUIDADE, CONSELHO DIRETIVO E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DE SAÚDE, ADOTEM MEDIDAS” afirma o Tribunal de Contas

A DESPESA NA ADSE JÁ NÃO ESTÁ A CRESCER A 8% /ANO COMO DIZ O TRIBUNAL DE CONTAS. O ATRASO DE 1,5 ANOS NA APROVAÇÃO DAS NOVAS TABELAS DEVIDO AOS MEMBROS NOMEADOS PELO GOVERNO

Quadro 1 – Evolução dos gastos da ADSE no Regime convencionado Pagamentos por data em que o ato médico foi realizado

A COBRANÇA DAS DÍVIDAS DO ESTADO À ADSE  E DE 58 MILHÕES € PAGOS A MAIS PRINCIPALMENTE AOS GRANDES PRESTADORES (as chamadas “regularizações) CONTINUA POR RESOLVER

O ATRASO NOS PAGAMENTOS DOS REEMBOLSOS AOS BENEFICIÁRIOS NO REGIME LIVRE DA ADSE

O BLOQUEAMENTO DA ASSINATURA DE NOVAS CONVENÇÕES, NOMEADAMENTE COM MÉDIOS E PEQUENOS PRESTADORES, PELAS REPRESENTANTES DO GOVERNO NO CONSELHO DIRETIVO DA ADSE

CONCLUSÕES FINAIS PARA REFLEXÃO E DEBATE PELOS BENEFICIÁRIOS

Eugénio Rosa, membro do Conselho Diretivo da ADSE eleito pelos representantes dos beneficiários do Conselho Geral de Supervisão  – 2/11/2019

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