
QUASE COM CUIDADO
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Quase com cuidado
Muito ao de leve
O silêncio foi quebrado.
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Era quase nada!
Como se fora
Do cair da neve
O rumor que se adivinhava.
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Ou talvez da leve brisa
De tão leve
Mal se sente
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Ou o mexer dos meus olhos
Ou o germinar da semente
OBS – este poema foi publicado no meu livro “UMA, DUAS VEZES E TRÊS”, em Julho de 2012



Gosto. Melómano, poeta, fotógrafo, floricultor,… Não cabe tudo no cartão de visita. Abraço
Obrigado, Caro Amigo.
Qualquer dia vou fazer o “dito” cartão, com o nome e, se calhar, “moi-même”.
Ahahah
Abraço
“Foi há 150 anos que o carneiro foi para o telhado” Adorei (além da poesia)