UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (725)

 

 

A IGREJA DE SÃO DOMINGOS

EM AMARANTE

 

 

Há algum tempo, pouco, voltei a Amarante. Estava sol nesse Domingo, com nuvens lindas e um prenúncio de frio outonal.

Contrariamente ao meu costume, dirigi-me, depois de um muito bom almoço, aos lados norte da cidade, atravessando a lindíssima ponte de São Gonçalo, e mais tarde para a parte alta.

O objectivo era encontrar a Igreja cujo campanário vira de longe, num outro dia, mas que não sabia onde se situaria.

Subi, subi, subi, encontrei a Igreja de São Pedro, continuei a subir, encontrei o campanário da Igreja de São Gonçalo e senti que deveria estar perto, mas… nada.

Desanimado comecei a descer, de regresso ao ponto de partida. E eis que de repente lá estava o campanário e depois da curva da rua, meio escondida, a Igreja de São Domingos, sobranceira ao Largo do Convento de São Gonçalo.

À porta, o Sr. António, muito simpático e acolhedor, voluntário na Igreja, a convidar-nos a entrar. O Sr. António, que toda a vida vestiu os nus e fazia maratonas, sabia muito sobre a Igreja, e fez o que lhe competia, contando-nos tudo.

O tamanho diminuto, o estilo barroco e a talha dourada, profusamente presente, são as principais características.

De acordo com o nosso anfitrião, esta Igreja é a mais bonita que Amarante possui.

E, pelo que vi, tem tudo para o ser.

 

 

 

IGREJA E CONVENTO DE SÃO GONÇALO
À ESQUERDA A MINÚSCULA IGREJA DE SÃO DOMINGOS

 

CAMPANÁRIO DA IGREJA DE SÃO DOMINGOS

 

ALTAR DA IGREJA DE SÃO DOMINGOS

 

SANTA CLARA

 

PEQUENO ORGÃO DE TUBOS

 

Obrigado Sr. António, Alfaiate e Maratonista

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