A GALIZA COMO TAREFA – aconchego – Ernesto V. Souza

Há poucas cousas mais confortáveis que uma biblioteca tranquila. Não apenas pelo desfrute e leitura dos seus ricos fundos, quanto … More

A GALIZA COMO TAREFA – respice finem – Ernesto V. Souza

Tão os dias escuros. O pó ocre por toda a parte esvoaçando. De manhã como num decorado de filme de … More

A GALIZA COMO TAREFA – de fora – Ernesto V. Souza

Refugio-me na casa e em pequenas cousas. No silêncio da leitura ou no ruído das ferramentas domésticas. Entretenho-me na observação … More

A GALIZA COMO TAREFA – colapso – Ernesto V. Souza

A febre arredor induzida pelos carros elétricos ou híbridos, com tudo e o seu impossível de baterias, cabos, tomadas elétricas … More

A GALIZA COMO TAREFA – osgas – Ernesto V. Souza

Andei, como já comentara, a ler o Gerald Durrell; e num dos capítulos de “A minha família e outra alimária” … More

A GALIZA COMO TAREFA – ó tempos! – Ernesto V. Souza

Ao escutarmos testemunhas ou ao lermos depoimentos de gentes de idades várias a falarem da sua experiência educativa podemos perceber … More

A GALIZA COMO TAREFA – brilhantes vinte – Ernesto V. Souza

Há provavelmente um mês, passei por diante de uma livraria que com os anos virou dessas compostas, ou combinadas, não … More

A GALIZA COMO TAREFA – utopias – Ernesto V. Souza

A morte cruel, prematura e inesperada, de Dario Xohán Cabana, um dos bardos da literatura galega atual, levou-me a re-ler, … More