Posts Tagged: Ernesto V. Souza

A GALIZA COMO TAREFA – extravios – Ernesto V. Souza

Tenho estes dias, em que ando arrumando livros pela casa, em prateleiras novas e mais funcionais, três exemplares velhos, em quarentena preventiva, dentro de umas bolsas herméticas de plástico acompanhando uma substância anti traça-dos-livros. Esses livros já chegaram às minhas

A GALIZA COMO TAREFA – extravios – Ernesto V. Souza

Tenho estes dias, em que ando arrumando livros pela casa, em prateleiras novas e mais funcionais, três exemplares velhos, em quarentena preventiva, dentro de umas bolsas herméticas de plástico acompanhando uma substância anti traça-dos-livros. Esses livros já chegaram às minhas

A GALIZA COMO TAREFA – imperium – Ernesto V. Souza

Característica interessante do país galego é o prolongadíssimo relacionamento da sua oligarquia nativa com a cabeça dos sucessivos conjuntos políticos de que fez e faz parte. Da mais antiga nobreza provincial até os tempos de hoje estabeleceu-se um relacionamento sempre

A GALIZA COMO TAREFA – imperium – Ernesto V. Souza

Característica interessante do país galego é o prolongadíssimo relacionamento da sua oligarquia nativa com a cabeça dos sucessivos conjuntos políticos de que fez e faz parte. Da mais antiga nobreza provincial até os tempos de hoje estabeleceu-se um relacionamento sempre

A GALIZA COMO TAREFA – matizes – Ernesto V. Souza

Percebermos a diferença delicada, por vezes mínima, entre cores, opiniões, objetos, produtos, elementos ou discursos de um mesmo género é uma habilidade. E, como tal, pode ser cultivada ou apagada. Pintores, escultores, músicos, naturalistas, publicistas, vendedores, militares, ebanistas, policiais, diplomatas,

A GALIZA COMO TAREFA – matizes – Ernesto V. Souza

Percebermos a diferença delicada, por vezes mínima, entre cores, opiniões, objetos, produtos, elementos ou discursos de um mesmo género é uma habilidade. E, como tal, pode ser cultivada ou apagada. Pintores, escultores, músicos, naturalistas, publicistas, vendedores, militares, ebanistas, policiais, diplomatas,

A GALIZA COMO TAREFA – rapanhota – Ernesto V. Souza

Vão desaparecendo com uma velocidade notável as lojas de bairro, as indústrias familiares, as oficinas de reparação e pequeno conserto, as modestas lojas de diário e até aquelas franquias que não chegaram a grandes. Mete medo, num passeio por ruas

A GALIZA COMO TAREFA – rapanhota – Ernesto V. Souza

Vão desaparecendo com uma velocidade notável as lojas de bairro, as indústrias familiares, as oficinas de reparação e pequeno conserto, as modestas lojas de diário e até aquelas franquias que não chegaram a grandes. Mete medo, num passeio por ruas

A GALIZA COMO TAREFA – pêndulo – Ernesto V. Souza

Na ilusão de liberdades, na miragem digital e na enchente de informação que chegou com internet talvez esquecemos, imprudentemente, aquele mito conservador, ou ameaça escolar, da história ser pendular. Assim, em nada, diremos: houve um tempo em que a internacionalização,

A GALIZA COMO TAREFA – pêndulo – Ernesto V. Souza

Na ilusão de liberdades, na miragem digital e na enchente de informação que chegou com internet talvez esquecemos, imprudentemente, aquele mito conservador, ou ameaça escolar, da história ser pendular. Assim, em nada, diremos: houve um tempo em que a internacionalização,

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses no século XVI a XVIII (ii) – Ernesto V. Souza

Ficou no ar, suspensa, como as espadas entre os capítulos famosos do singular combate de D. Quixote com o Biscainho, a pergunta que fazíamos na anterior entrega: A questão é, como consideravam os galegos cultos antes do Século XVIII as

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A GALIZA COMO TAREFA – leitura de livros portugueses nos s. XVI-XVIII (i)- Ernesto V. Souza

Há anos e de quando em quando, numas dessas séries de diálogos e debates pela internet e ao vivo, tenho ido comentando, com certo eco e surpresa nos meus interlocutores galegos e portugueses, que a leitura dos livros portugueses nos

A Galiza como tarefa – mármore – Ernesto V. Souza

Há bastantes anos, uns 20, calculo, a pouco de vir viver a Valladolid, topei, passeando as ruas, uma boa livraria de segunda mão, dirigida por um ativo moço, um bocadinho mais velho do que eu era daquela. Foi, conste, um

A Galiza como tarefa – mármore – Ernesto V. Souza

Há bastantes anos, uns 20, calculo, a pouco de vir viver a Valladolid, topei, passeando as ruas, uma boa livraria de segunda mão, dirigida por um ativo moço, um bocadinho mais velho do que eu era daquela. Foi, conste, um

A GALIZA COMO TAREFA – mass media – Ernesto V. Souza

Houve um tempo, não tão distante, em que os mass media eram apenas os jornais impressos que chegavam frescos cada manhã, de terça a domingo, as rádios e as discretas emissões de TV. Eu, reconheço, sempre fui mais de impresso

A GALIZA COMO TAREFA – mass media – Ernesto V. Souza

Houve um tempo, não tão distante, em que os mass media eram apenas os jornais impressos que chegavam frescos cada manhã, de terça a domingo, as rádios e as discretas emissões de TV. Eu, reconheço, sempre fui mais de impresso

A GALIZA COMO TAREFA – ano V – Ernesto V. Souza

Semana após semana foram passando os meses até serem cinco os anos. Já choveu e quanto, mas menos que noutros lustros e vão na tela, uma cheia de posts, um monte de palavras, caracteres e espaços com ilustrações. Não lembro

A GALIZA COMO TAREFA – ano V – Ernesto V. Souza

Semana após semana foram passando os meses até serem cinco os anos. Já choveu e quanto, mas menos que noutros lustros e vão na tela, uma cheia de posts, um monte de palavras, caracteres e espaços com ilustrações. Não lembro

A GALIZA COMO TAREFA – memorial – Ernesto V. Souza

Em Leamington de novo. Aguardo pela minha mulher. Detenho-me mais uma vez diante da estátua na rua Parade, Euston Place. Impressiona-me desde o dia que a contemplei, de passagem, pela primeira vez. A estátua é uma das características obras do

A GALIZA COMO TAREFA – memorial – Ernesto V. Souza

Em Leamington de novo. Aguardo pela minha mulher. Detenho-me mais uma vez diante da estátua na rua Parade, Euston Place. Impressiona-me desde o dia que a contemplei, de passagem, pela primeira vez. A estátua é uma das características obras do

A GALIZA COMO TAREFA – coordenadas – Ernesto V. Souza

Cultura e imperialismo é um livro de ensaios de Edward W. Said, publicado em 1993, no qual pretendia estabelecer a natureza da relação e a conexão entre imperialismo e cultura nos séculos XVIII, XIX e XX. Agrupa ensaios, como uma

A GALIZA COMO TAREFA – coordenadas – Ernesto V. Souza

Cultura e imperialismo é um livro de ensaios de Edward W. Said, publicado em 1993, no qual pretendia estabelecer a natureza da relação e a conexão entre imperialismo e cultura nos séculos XVIII, XIX e XX. Agrupa ensaios, como uma

A Galiza como tarefa – o moucho – Ernesto V. Souza

As cousas da vida e a família levaram-me a ter de visitar, com alguma frequência, nos últimos meses, Royal Leammington Spa, (Warwickshire, UK). Vilinha de origem, medieval, entre os rios Lem e Avon e com uma canle dos tempos da

A Galiza como tarefa – o moucho – Ernesto V. Souza

As cousas da vida e a família levaram-me a ter de visitar, com alguma frequência, nos últimos meses, Royal Leammington Spa, (Warwickshire, UK). Vilinha de origem, medieval, entre os rios Lem e Avon e com uma canle dos tempos da

A GALIZA COMO TAREFA – viagens – Ernesto V. Souza

Viagens são inspiradoras. O papel impresso do ticket do comboio serve bem para deixar correr, a ritmo, a pena. Quantos poemas, quantas notas rascunhadas em viagens absurdos. Monótono ou contra-relógio, o ritmo do comboio, a salto pausado, ou à carreira,

A GALIZA COMO TAREFA – viagens – Ernesto V. Souza

Viagens são inspiradoras. O papel impresso do ticket do comboio serve bem para deixar correr, a ritmo, a pena. Quantos poemas, quantas notas rascunhadas em viagens absurdos. Monótono ou contra-relógio, o ritmo do comboio, a salto pausado, ou à carreira,

A GALIZA COMO TAREFA – leis de ferro – Ernesto V. Souza

Arredor a gente caminha, ou está parada, vai nos carros particulares ou nos transportes públicos, aguarda pelos comboios, pelas aulas, petisca nos parques e perto das portas dos espaços comerciais, nas esperas de médicos, no super-mercado. Em qualquer parte e

A GALIZA COMO TAREFA – leis de ferro – Ernesto V. Souza

Arredor a gente caminha, ou está parada, vai nos carros particulares ou nos transportes públicos, aguarda pelos comboios, pelas aulas, petisca nos parques e perto das portas dos espaços comerciais, nas esperas de médicos, no super-mercado. Em qualquer parte e