Posts Tagged: a galiza como tarefa

A GALIZA COMO TAREFA – razão – Ernesto V. Souza

Vox populi, vox dei, eis, como sabemos, aforismo em latim, que já o Padre Feijó, seguindo aqueles eruditos, scotistas, ockaminstas, erasmistas e sanchistas, refutou sabiamente e em romance, no primeiro discurso do tomo primeiro do seu Teatro Crítico Universal lá

A GALIZA COMO TAREFA – razão – Ernesto V. Souza

Vox populi, vox dei, eis, como sabemos, aforismo em latim, que já o Padre Feijó, seguindo aqueles eruditos, scotistas, ockaminstas, erasmistas e sanchistas, refutou sabiamente e em romance, no primeiro discurso do tomo primeiro do seu Teatro Crítico Universal lá

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – tempos modernos- Ernesto V. Souza

Não faço mais que sentir-lhe a gente o pouco tempo que tem, o nenhum tempo do que dispõem, o muito atarefado e estressado que está o pessoal. Sempre em ação, sempre correndo, ou guiando, sempre com datas limite marcadas a

A GALIZA COMO TAREFA – tempos modernos- Ernesto V. Souza

Não faço mais que sentir-lhe a gente o pouco tempo que tem, o nenhum tempo do que dispõem, o muito atarefado e estressado que está o pessoal. Sempre em ação, sempre correndo, ou guiando, sempre com datas limite marcadas a

A GALIZA COMO TAREFA – civilização – Ernesto V. Souza

O dia nasceu escuro. Por importunar Santa Luzia e o saber popular, parece noite pecha às sete e trinta. Chove ligeiro, mas venta pesadamente e em surpresa. Redemoinhos que lutam a cada volta de rua emboscados, no desespero do campo

A GALIZA COMO TAREFA – civilização – Ernesto V. Souza

O dia nasceu escuro. Por importunar Santa Luzia e o saber popular, parece noite pecha às sete e trinta. Chove ligeiro, mas venta pesadamente e em surpresa. Redemoinhos que lutam a cada volta de rua emboscados, no desespero do campo

A GALIZA COMO TAREFA – habitus- Ernesto V. Souza

Somos filhos da nossa cultura e práticas sociais. Ou dito doutro jeito: a nossa atuação social, estética e comportamentos de grupo: políticos, associativos, alimentícios, estéticos, profissionais vêm definidos pela nossa socialização e habitus cultural. E o que é mais, o

A GALIZA COMO TAREFA – habitus- Ernesto V. Souza

Somos filhos da nossa cultura e práticas sociais. Ou dito doutro jeito: a nossa atuação social, estética e comportamentos de grupo: políticos, associativos, alimentícios, estéticos, profissionais vêm definidos pela nossa socialização e habitus cultural. E o que é mais, o

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – aprendido – Ernesto V. Souza

Hesitei muito com o título. A noção a destacar é talvez “repetido”, mais do que “aprendido”. Talvez deveria intitular “repetido – aprendido” ou “aprendido – repetido”, mas empenhei-me, pelo tamanho da seção, em preferir palavras únicas. Não sei. A cousa

A GALIZA COMO TAREFA – souvenirs – Ernesto V. Souza

  Cumpre dizer, assim no início e sendo dia de Santos, para não entrar depois em equívocos lógicos: Ernest Renan – aquele conhecido historiador, polemista e escritor romântico francês, o intelectual capaz de ajustar contas com o cristianismo e de

A GALIZA COMO TAREFA – souvenirs – Ernesto V. Souza

  Cumpre dizer, assim no início e sendo dia de Santos, para não entrar depois em equívocos lógicos: Ernest Renan – aquele conhecido historiador, polemista e escritor romântico francês, o intelectual capaz de ajustar contas com o cristianismo e de

A GALIZA COMO TAREFA – pangaleguismo – Ernesto V. Souza

Em 17 e 18 de novembro do ano corrente celebrar-se-á em Lugo o Centenariazo da 1ª Assembleia das Irmandades da Fala, em cuja conclusão foi lido o histórico manifesto, aprovado e assinado por uma série de intelectuais e líderes políticos, na

A GALIZA COMO TAREFA – pangaleguismo – Ernesto V. Souza

Em 17 e 18 de novembro do ano corrente celebrar-se-á em Lugo o Centenariazo da 1ª Assembleia das Irmandades da Fala, em cuja conclusão foi lido o histórico manifesto, aprovado e assinado por uma série de intelectuais e líderes políticos, na

A GALIZA COMO TAREFA – elasticidade – Ernesto V. Souza

Há uns dez anos, num barzinho no centro de Valhadolid assistia, por proximidade de cotovelos no balcão, a um debate in crescendo entre um grupo de homens de uns sessenta e algo de anos. A questão de fundo era a

A GALIZA COMO TAREFA – elasticidade – Ernesto V. Souza

Há uns dez anos, num barzinho no centro de Valhadolid assistia, por proximidade de cotovelos no balcão, a um debate in crescendo entre um grupo de homens de uns sessenta e algo de anos. A questão de fundo era a

A GALIZA COMO TAREFA – capitalistas – Ernesto V. Souza

Acho que foi apenas há um par de anos, que percebi finalmente a noção de capital e o sentido do capitalismo. Foi, não se riam, numa tarde assoladora de agosto castelhano, sob umas árvores, olhando o céu azul entre as

A GALIZA COMO TAREFA – capitalistas – Ernesto V. Souza

Acho que foi apenas há um par de anos, que percebi finalmente a noção de capital e o sentido do capitalismo. Foi, não se riam, numa tarde assoladora de agosto castelhano, sob umas árvores, olhando o céu azul entre as

A GALIZA COMO TAREFA – Ordem 73 – Ernesto V. Souza

Parte já da cultura popular, e nomeadamente para os fãs, a Ordem 66 define um momento climático e de ruptura, de mudança violenta explícita, no universo Star Wars. A Ordem 66, ou Protocolo Clone 66, executada no filme III da

A GALIZA COMO TAREFA – Ordem 73 – Ernesto V. Souza

Parte já da cultura popular, e nomeadamente para os fãs, a Ordem 66 define um momento climático e de ruptura, de mudança violenta explícita, no universo Star Wars. A Ordem 66, ou Protocolo Clone 66, executada no filme III da

A GALIZA COMO TAREFA – faroeste – Ernesto V. Souza

Queiram que não, meus, minhas, a Galiza é diferente. A pouco que venham tomar a sério, já para explicar de fora, já para negar, combater e desmontar os seus tópicos, estruturas sociais, territoriais, património, economia atlântica, história, etc., a densidade

A GALIZA COMO TAREFA – faroeste – Ernesto V. Souza

Queiram que não, meus, minhas, a Galiza é diferente. A pouco que venham tomar a sério, já para explicar de fora, já para negar, combater e desmontar os seus tópicos, estruturas sociais, territoriais, património, economia atlântica, história, etc., a densidade

A GALIZA COMO TAREFA – propaganda – Ernesto V. Souza

Resulta interessante considerar como a noção que hoje temos a respeito do que é a Literatura é aplicada a todas as manifestações das escritas antepassadas. Fazemos com tudo, é verdade, interpretando e dando sentido ao passado, a cada vez, em

A GALIZA COMO TAREFA – propaganda – Ernesto V. Souza

Resulta interessante considerar como a noção que hoje temos a respeito do que é a Literatura é aplicada a todas as manifestações das escritas antepassadas. Fazemos com tudo, é verdade, interpretando e dando sentido ao passado, a cada vez, em

A GALIZA COMO TAREFA – conversas – Ernesto V. Souza

É sempre interessante a conversa com livreiros (livreiras de mais em mais), daqueles que conhecem, como artesãos com anos de prática constante, o seu ofício. Não sou eu mui dado à conversa, não vaiam pensar. Sou mais um desses clientes

A GALIZA COMO TAREFA – conversas – Ernesto V. Souza

É sempre interessante a conversa com livreiros (livreiras de mais em mais), daqueles que conhecem, como artesãos com anos de prática constante, o seu ofício. Não sou eu mui dado à conversa, não vaiam pensar. Sou mais um desses clientes

A Galiza como tarefa – belos cadáveres – Ernesto V. Souza

Ecoa, de Oscar Wilde a Sid Vicious, passando por James Dean, a quem a cultura popular terminou por atribuir, o dito de roda queimada e no future: Viva rápido, morra jovem e deixe um belo cadáver. Francamente se tivesse de

A Galiza como tarefa – belos cadáveres – Ernesto V. Souza

Ecoa, de Oscar Wilde a Sid Vicious, passando por James Dean, a quem a cultura popular terminou por atribuir, o dito de roda queimada e no future: Viva rápido, morra jovem e deixe um belo cadáver. Francamente se tivesse de