Posts Tagged: a galiza como tarefa

A GALIZA COMO TAREFA – expetativas – Ernesto V. Souza

Sabem bem as minhas amizades, a força de repeti-lo durante anos em conversas, que uma das minhas teimas vem sendo a de dizer que a trapalheira realidade política espanhola (e incluída nele a dez vezes manhosa, renarte e caciquil galega)

A GALIZA COMO TAREFA – urbs – Ernesto V. Souza

Ab urbe condita é expressão latina, também título de livro canónico e alicerce historiográfico. Enunciado de marcante poder, respeito, dignidade e até fixação de um início que se pretende determinante na história, melhor dito de um Tempo na História, assim

A GALIZA COMO TAREFA – parálise – Ernesto V. Souza

Estamos em 2020. Não chegamos nem ao solstício de verão e já sabemos que é um ano histórico. Provavelmente as consequências económicas, políticas, sociais e estruturais do acontecido neste ano e o impacto da crise múltipla derivada, marcarão, estão já

A GALIZA COMO TAREFA – fanservice – Ernesto V. Souza

Um destes dias, ao chegar do trabalho à casa, topei nos correios uma publicação informativa mensária galega da que sou subscritor, por alguma amizade ou costume, há bastantes anos. Abro e dou uma vista de olhos em cada página, na

A GALIZA COMO TAREFA – mitos – Ernesto V. Souza

Voltei terça feira da semana passada ao trabalho presencial. Fazer o teletrabalho que fazia diariamente no escritório, antes de que a COVID passasse de piada a drama. Porque não era possível fazer teletrabalho assim na casa. Muitas tecnologias, informes, directrizes

A GALIZA COMO TAREFA – mais samba – Ernesto V. Souza

  17 de maio, e mesmo com a que está caindo, celebramos, na Galiza universal, o Dia das letras galegas. Como saberão, neste ano oferecido a Ricardo Carvalho Calero: polígrafo redondo, poeta, ativista, jurista, historiador, professor, linguista, académico e um

A GALIZA COMO TAREFA – driblados – Ernesto V. Souza

Acho que nos últimos meses a realidade soube escapar magistralmente ao roteiro imposto a partir dos anos 80 do século antes. E com um par de dribles impecáveis e auto-passes memoráveis deixou o século XXI, com os seus pensadores, economistas,

A GALIZA COMO TAREFA – permanência – Ernesto V. Souza

É cedo. O primeiro café é um resto. Boto um olho, por me entreter, numa miscelânea de escritos reunidos sobre arte, de Oscar Wilde*; publicações em revistas de juventude, rascunhos e roteiros resgatados, na origem conferências para o público norte-americano

A GALIZA COMO TAREFA – totentanz – Ernesto V. Souza

Acontece, por vezes. O mundo derruba-se arredor, a morte reina e tudo traslouca na baila. Tal e como na história, nas gestas, nos romances e nos filmes de sci-fi ou de catástrofes. É cíclico, dizque. Sempre vai sucedendo ante os

A GALIZA COMO TAREFA – tempo- Ernesto V. Souza

O tempo ficou, ultimamente, no que a mim respeita, meio detido. Sou consciente de que apenas é uma impressão, efeito de uma dessas labaçadas que de quando em quando nos mete “de non cato a humana vida”. Objetivamente é claro

A GALIZA COMO TAREFA – extravios – Ernesto V. Souza

Tenho estes dias, em que ando arrumando livros pela casa, em prateleiras novas e mais funcionais, três exemplares velhos, em quarentena preventiva, dentro de umas bolsas herméticas de plástico acompanhando uma substância anti traça-dos-livros. Esses livros já chegaram às minhas

A GALIZA COMO TAREFA – imperium – Ernesto V. Souza

Característica interessante do país galego é o prolongadíssimo relacionamento da sua oligarquia nativa com a cabeça dos sucessivos conjuntos políticos de que fez e faz parte. Da mais antiga nobreza provincial até os tempos de hoje estabeleceu-se um relacionamento sempre

A GALIZA COMO TAREFA – matizes – Ernesto V. Souza

Percebermos a diferença delicada, por vezes mínima, entre cores, opiniões, objetos, produtos, elementos ou discursos de um mesmo género é uma habilidade. E, como tal, pode ser cultivada ou apagada. Pintores, escultores, músicos, naturalistas, publicistas, vendedores, militares, ebanistas, policiais, diplomatas,

A GALIZA COMO TAREFA – rapanhota – Ernesto V. Souza

Vão desaparecendo com uma velocidade notável as lojas de bairro, as indústrias familiares, as oficinas de reparação e pequeno conserto, as modestas lojas de diário e até aquelas franquias que não chegaram a grandes. Mete medo, num passeio por ruas

A GALIZA COMO TAREFA – pêndulo – Ernesto V. Souza

Na ilusão de liberdades, na miragem digital e na enchente de informação que chegou com internet talvez esquecemos, imprudentemente, aquele mito conservador, ou ameaça escolar, da história ser pendular. Assim, em nada, diremos: houve um tempo em que a internacionalização,