Posts Tagged: sexo

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (60)

Devo começar por dizer que esta é, pela primeira vez em sessenta edições, uma carta que se não limita a falar da minha cidade e do que cá se passa. Dito isto, devo também afirmar que não conheço a senhora

O SEXO E A COPA por clara castilho

Depois de se ter constatado o aumento de abusos sexuais de crianças (envolvendo prostituição imposta), durante os períodos nos campeonatos mundiais, sentiu-se a necessidade de prevenir no que está a correr.Associadas, as ONGs End Child Prostitution, Child Pornography and Trafficking

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (31)

DO HIGH-LIFE ATÉ PRATICAMENTE NADA! Tempos houve em que, no Porto, uma ida ao cinema era um acontecimento social. Como o era uma ida ao teatro (que o havia pouco, na cidade), ou à ópera (que quase não havia). Não

CONTOS & CRÓNICAS – “POIS É” – Por José Magalhães (17)

POIS É! . Quand il ne disait rien il observait le silence . Parávamos todos os dias no mesmo local para descontrair e tomar um café. Olhei-a de longe, mais tempo do que deveria. Nem sei porquê. Naquele dia havia

CONTOS & CRÓNICAS – O Carnaval que vamos tendo nos dias de hoje – Por José Magalhães

Na semana que agora termina, com tolerância de ponto ou sem ela, lá se cumpriu mais uma época carnavalesca. Pelo menos cumpriu-se a época oficial do Carnaval, já que na realidade vivemos nele o ano inteiro. E se nesta altura

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (26)

  NO INVERNO, A PASSEAR PELA CIDADE   Dei por mim, nestes dias de fim de Fevereiro, a percorrer a cidade. Sem norte, sem destino, olhando simplesmente as ruas, as pessoas, os carros e os prédios. Procurando pormenores, redescobrindo a

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (24)

LA PALICE, SÃO VALENTIM E O DIA DOS NAMORADOS   Nos tempos da minha juventude, o dia dos namorados era quando se quisesse, todos os dias se preciso fosse. Não era preciso dizer, fosse a quem fosse, que no dia