Posts Tagged: 25 de novembro

EDITORIAL: O «REGRESSO À NORMALIDADE»

O que foi o 25 de Novembro de 1975?- Uma revolução, um golpe de direita, um regresso à normalidade? Notem que não pomos aspas nestas classificações, pois para uma ampla maioria dos argonautas, o 25 de Novembro é uma data

EDITORIAL: O «REGRESSO À NORMALIDADE»

O que foi o 25 de Novembro de 1975?- Uma revolução, um golpe de direita, um regresso à normalidade? Notem que não pomos aspas nestas classificações, pois para uma ampla maioria dos argonautas, o 25 de Novembro é uma data

CRÓNICA DE DOMINGO – CARLOS DE MATOS GOMES E O 25 DE NOVEMBRO – por Carlos Loures

Para muitos de nós, que vemos  o 25 de Abril como a data da libertação, uma espécie de «dia de todos os prodígios», torna-se difícil compreender a forma como militares que corajosamente derrubaram o regime salazarista, aceitaram o 25 de

CRÓNICA DE DOMINGO – CARLOS DE MATOS GOMES E O 25 DE NOVEMBRO – por Carlos Loures

Para muitos de nós, que vemos  o 25 de Abril como a data da libertação, uma espécie de «dia de todos os prodígios», torna-se difícil compreender a forma como militares que corajosamente derrubaram o regime salazarista, aceitaram o 25 de

25 DE NOVEMBRO – por CÉSAR PRÍNCIPE

25 DE NOVEMBRO             por César Príncipe O golpe iniciou-se em Novembro, dia 25. Prolongou-se pela madrugada de 26. Corria o Ano da Desgraça de 1967. Oliveira Salazar presidia ao Governo. Américo Tomás presidia à

25 DE NOVEMBRO – por CÉSAR PRÍNCIPE

25 DE NOVEMBRO             por César Príncipe O golpe iniciou-se em Novembro, dia 25. Prolongou-se pela madrugada de 26. Corria o Ano da Desgraça de 1967. Oliveira Salazar presidia ao Governo. Américo Tomás presidia à

EDITORIAL – 25 de Novembro – quem traiu quem?

O golpe militar de 25 de Novembro de 1975, interrompeu um processo revolucionário cujo percurso, a não ter sido interceptado e desviado, não se sabe qual seria. Houve, de facto, uma “esquerda” atraiçoada pelo golpe. Mas a esquerda não tinha

EDITORIAL – 25 de Novembro – quem traiu quem?

O golpe militar de 25 de Novembro de 1975, interrompeu um processo revolucionário cujo percurso, a não ter sido interceptado e desviado, não se sabe qual seria. Houve, de facto, uma “esquerda” atraiçoada pelo golpe. Mas a esquerda não tinha

DIÁSPORA. DEL 11 DE MARZO AL 25 DE NOVIEMBRE: LA ACCIÓN DE DINIZ ALMEIDA Y LA VOZ DE DURAN CLEMENTE, por Moisés Cayetano Rosado

Mucho tenemos que hablar de la Revolução dos Cravos, conmemorando el 40 aniversario del 25 de Abril. El mes pasado publiqué una reflexión a raíz de un encuentro en Lisboa con el capitão Duran Clemente: http://moisescayetanorosado.blogspot.com.es/2014/02/descolonizarportugal-duran-clementeun.html aproximándome a su figura,

DIÁSPORA. DEL 11 DE MARZO AL 25 DE NOVIEMBRE: LA ACCIÓN DE DINIZ ALMEIDA Y LA VOZ DE DURAN CLEMENTE, por Moisés Cayetano Rosado

Mucho tenemos que hablar de la Revolução dos Cravos, conmemorando el 40 aniversario del 25 de Abril. El mes pasado publiqué una reflexión a raíz de un encuentro en Lisboa con el capitão Duran Clemente: http://moisescayetanorosado.blogspot.com.es/2014/02/descolonizarportugal-duran-clementeun.html aproximándome a su figura,

DIÁSPORA. DURÁN CLEMENTE, CAPITÃO DE ABRIL, por Moisés Cayetano Rosado

DESCOLONIZAR PORTUGAL DURAN CLEMENTE, UN CAPITÃO DE ABRIL QUE MANTIENE EL CORAJE LOS TRES EJES DE ABRIL. Los tres grandes ejes que movieron a los capitães de Abril para enfrentarse a la dictadura portuguesa pueden resumirse en “las tres D”:

DIÁSPORA. DURÁN CLEMENTE, CAPITÃO DE ABRIL, por Moisés Cayetano Rosado

DESCOLONIZAR PORTUGAL DURAN CLEMENTE, UN CAPITÃO DE ABRIL QUE MANTIENE EL CORAJE LOS TRES EJES DE ABRIL. Los tres grandes ejes que movieron a los capitães de Abril para enfrentarse a la dictadura portuguesa pueden resumirse en “las tres D”:

25 DE NOVIEMBRE EN PORTUGAL: EL FIN DE LA ÚLTIMA UTOPÍA – por Moisés Cayetano Rosado

En estos tiempos que vivimos, en que soñar es cosa casi como de locos, recordar los sueños que produjo la Revolução dos Cravos del 25 de abril de 1974, resulta incluso un poco doloroso. Y lo es no sólo porque

25 DE NOVIEMBRE EN PORTUGAL: EL FIN DE LA ÚLTIMA UTOPÍA – por Moisés Cayetano Rosado

En estos tiempos que vivimos, en que soñar es cosa casi como de locos, recordar los sueños que produjo la Revolução dos Cravos del 25 de abril de 1974, resulta incluso un poco doloroso. Y lo es no sólo porque

ASSOCIAÇÃO ABRIL – CICLO RADIOGRAFIAS DO NOSSO TEMPO – “O PAPEL DO 25 DE NOVEMBRO NA HISTÓRIA DA DEMOCRACIA EM PORTUGAL” – DIA 25 de NOVEMBRO, na SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES

Convite Dando continuidade às conferências incluídas no Ciclo “Radiografias do nosso tempo” vamos desta vez ao encontro da memória, lembrando um momento crucial da nossa história recente: o 25 de Novembro. Vimos, pois, propor-vos uma reflexão sobre o papel do

ASSOCIAÇÃO ABRIL – CICLO RADIOGRAFIAS DO NOSSO TEMPO – “O PAPEL DO 25 DE NOVEMBRO NA HISTÓRIA DA DEMOCRACIA EM PORTUGAL” – DIA 25 de NOVEMBRO, na SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES

Convite Dando continuidade às conferências incluídas no Ciclo “Radiografias do nosso tempo” vamos desta vez ao encontro da memória, lembrando um momento crucial da nossa história recente: o 25 de Novembro. Vimos, pois, propor-vos uma reflexão sobre o papel do

ASSOCIAÇÃO ABRIL – CICLO RADIOGRAFIAS DO NOSSO TEMPO – O PAPEL DO 25 DE NOVEMBRO NA HISTÓRIA DA DEMOCRACIA EM PORTUGAL

  Convite Dando continuidade às conferências incluídas no Ciclo “Radiografias do nosso tempo” vamos desta vez ao encontro da memória, lembrando um momento crucial da nossa história recente: o 25 de Novembro. Vimos, pois, propor-vos uma reflexão sobre o papel

ASSOCIAÇÃO ABRIL – CICLO RADIOGRAFIAS DO NOSSO TEMPO – O PAPEL DO 25 DE NOVEMBRO NA HISTÓRIA DA DEMOCRACIA EM PORTUGAL

  Convite Dando continuidade às conferências incluídas no Ciclo “Radiografias do nosso tempo” vamos desta vez ao encontro da memória, lembrando um momento crucial da nossa história recente: o 25 de Novembro. Vimos, pois, propor-vos uma reflexão sobre o papel

«COMUNAS», «CHUCHAS» E «FACHOS» – PARA CADA UM A SUA DEMOCRACIA – por Carlos Loures

Em 25 de Novembro de 1975 o movimento militar que prevaleceu esteve em consonância com o sentir da maioria dos cidadãos – só a esquerda revolucionária teve um profundo sentimento de perda. – no PCP, o reformismo sobrepunha-se ao espírito revolucionário, no

«COMUNAS», «CHUCHAS» E «FACHOS» – PARA CADA UM A SUA DEMOCRACIA – por Carlos Loures

Em 25 de Novembro de 1975 o movimento militar que prevaleceu esteve em consonância com o sentir da maioria dos cidadãos – só a esquerda revolucionária teve um profundo sentimento de perda. – no PCP, o reformismo sobrepunha-se ao espírito revolucionário, no