Posts Tagged: a nossa península

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 20 – MONARQUIAS PARA OS MUSEUS, por CARLOS LOURES

    Na edição de 5 de Outubro, dedicada ao 108º aniversário da proclamação da República em Portugal, dizíamos: «As monarquias são parques temáticos que a comunidade internacional deveria extinguir por uma simples razão de higiene democrática, […] pois ao,

A NOSSA PENÍNSULA – 20 – MONARQUIAS PARA OS MUSEUS, por CARLOS LOURES

    Na edição de 5 de Outubro, dedicada ao 108º aniversário da proclamação da República em Portugal, dizíamos: «As monarquias são parques temáticos que a comunidade internacional deveria extinguir por uma simples razão de higiene democrática, […] pois ao,

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

A N0SSA PENÍNSULA – 19 – A língua portuguesa – por Carlos Loures

  No passado sábado, 5 de Maio. foi o Dia da Língua Portuguesa. Esta data foi criada a partir de uma resolução da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, em 20 de Julho de 2009, realizada em

A NOSSA PENÍNSULA – 18 – A GUERRA DE 1801 – por Carlos Loures

Vimos como uma guerra que durou uns dias implicou para os portugueses a perda da praça de Olivença, tomada pelas forças do Estado espanhol e nunca devolvidas, apesar de as instâncias jurídicas internacionais da época determinarem a devolução desse território

A NOSSA PENÍNSULA – 18 – A GUERRA DE 1801 – por Carlos Loures

Vimos como uma guerra que durou uns dias implicou para os portugueses a perda da praça de Olivença, tomada pelas forças do Estado espanhol e nunca devolvidas, apesar de as instâncias jurídicas internacionais da época determinarem a devolução desse território

A NOSSA PENÍNSULA – O caso de Olivença – 17 – por Carlos Loures

Portugal é aproximadamente cinco vezes mais pequeno do que o Estado espanhol. Verdade seja dita que, reduzido à sua devida dimensão, o estado a que se usa chamar Espanha não seria tão grande – sem a Galiza, a Catalunha, o

A NOSSA PENÍNSULA – O caso de Olivença – 17 – por Carlos Loures

Portugal é aproximadamente cinco vezes mais pequeno do que o Estado espanhol. Verdade seja dita que, reduzido à sua devida dimensão, o estado a que se usa chamar Espanha não seria tão grande – sem a Galiza, a Catalunha, o

A NOSSA PENÍNSULA – 16 – A Primeira República portuguesa assassinada por republicanos – por Carlos Loures

  Há mães que matam os filhos por tanto lhes querer – estreitam-nos ao peito com tal ardor que os sufocam. Podemos dizer que a Primeira República Portuguesa não resistiu ao abraço exageradamente atlético com que alguns republicanos a tomaram

A NOSSA PENÍNSULA – 16 – A Primeira República portuguesa assassinada por republicanos – por Carlos Loures

  Há mães que matam os filhos por tanto lhes querer – estreitam-nos ao peito com tal ardor que os sufocam. Podemos dizer que a Primeira República Portuguesa não resistiu ao abraço exageradamente atlético com que alguns republicanos a tomaram

A NOSSA PENÍNSULA – 15 – Matar a inteligência – por Carlos Loures

Adaptação de texto publicado no blogue Estrolabio Viajemos, para trás, no tempo até 12 de Outubro de 1936, até Salamanca, uma das mais belas cidades de Castela, e assistamos a uma cena dramática. Uma entre milhares das que, por aqueles

A NOSSA PENÍNSULA – 15 – Matar a inteligência – por Carlos Loures

Adaptação de texto publicado no blogue Estrolabio Viajemos, para trás, no tempo até 12 de Outubro de 1936, até Salamanca, uma das mais belas cidades de Castela, e assistamos a uma cena dramática. Uma entre milhares das que, por aqueles

A NOSSA PENÍNSULA – 14 –  Como se matam as Repúblicas – por Carlos Loures

  Há várias receitas para assassinar regimes republicanos – a nossa Península já as conhece. Desde a turbulência interna que, em crescendo, foi da apoteose ao caos, como aconteceu em Portugal entre Outubro de 1910 e Maio de 1926 (e

A NOSSA PENÍNSULA – 14 –  Como se matam as Repúblicas – por Carlos Loures

  Há várias receitas para assassinar regimes republicanos – a nossa Península já as conhece. Desde a turbulência interna que, em crescendo, foi da apoteose ao caos, como aconteceu em Portugal entre Outubro de 1910 e Maio de 1926 (e

A NOSSA PENÍNSULA – 13 – Tratados, ventos e casamentos e… portuguesadas – por Carlos Loures

Recordei anteontem, 11 de Janeiro, o 128.º aniversário sobre o envio pela Grã-Bretanha ao Governo português do ultimato que obrigava Portugal a abandonar o Chire e o País dos Macololos. Por estas e por outras, há entre o povo português

A NOSSA PENÍNSULA – 13 – Tratados, ventos e casamentos e… portuguesadas – por Carlos Loures

Recordei anteontem, 11 de Janeiro, o 128.º aniversário sobre o envio pela Grã-Bretanha ao Governo português do ultimato que obrigava Portugal a abandonar o Chire e o País dos Macololos. Por estas e por outras, há entre o povo português

A NOSSA PENÍNSULA – 12 – SAUDADE –  por Carlos Loures

  Saudade é palavra que tem ocupado muito espaço na memória colectiva dos portugueses. Desde as cantigas de amigo, de amor, de escárnio e maldizer, sob a roupagem arcaica de soidad, que saudade se transformou num ícone cultural que viria

A NOSSA PENÍNSULA – 12 – SAUDADE –  por Carlos Loures

  Saudade é palavra que tem ocupado muito espaço na memória colectiva dos portugueses. Desde as cantigas de amigo, de amor, de escárnio e maldizer, sob a roupagem arcaica de soidad, que saudade se transformou num ícone cultural que viria

A NOSSA PENÍNSULA -11 – A SARDANA – por Carlos Loures

  Por uma noite de Verão, vindos da Barceloneta onde jantáramos, magnificamente, como sempre,  Fèlix Cucurull e eu, ao atravessar o Bairro Gótico em direcção ao meu hotel, deparámos com um festejo popular – uma série de ruas em  festa

A NOSSA PENÍNSULA -11 – A SARDANA – por Carlos Loures

  Por uma noite de Verão, vindos da Barceloneta onde jantáramos, magnificamente, como sempre,  Fèlix Cucurull e eu, ao atravessar o Bairro Gótico em direcção ao meu hotel, deparámos com um festejo popular – uma série de ruas em  festa

A NOSSA PENÍNSULA – 10 – O “EL PAÍS” – por Carlos Loures

Hoje falo de um pormenor, de um jornal que foi um farol e que actualmente é como um sinal de trânsito fora de serviço – não orienta, confunde. Quando surgiu, em 1976, em plena transição do regime franquista para a

A NOSSA PENÍNSULA – 10 – O “EL PAÍS” – por Carlos Loures

Hoje falo de um pormenor, de um jornal que foi um farol e que actualmente é como um sinal de trânsito fora de serviço – não orienta, confunde. Quando surgiu, em 1976, em plena transição do regime franquista para a

A NOSSA PENÍNSULA – 9 – Galiza e Portugal, a mesma Nação? – por Carlos Loures

  Face ao Estado vizinho, a diplomacia portuguesa tem demonstrado ao longo dos três últimos séculos uma cobardia notável – e todos – monárquicos, republicanos, maçons, democratas, fascistas… todas as tendências do leque político comungam nesse aspecto – não levantar

A NOSSA PENÍNSULA – 9 – Galiza e Portugal, a mesma Nação? – por Carlos Loures

  Face ao Estado vizinho, a diplomacia portuguesa tem demonstrado ao longo dos três últimos séculos uma cobardia notável – e todos – monárquicos, republicanos, maçons, democratas, fascistas… todas as tendências do leque político comungam nesse aspecto – não levantar

A NOSSA PENÍNSULA ~8 – Iberismo no século XIX- por Carlos Loures

  O projecto de uma federação de repúblicas ibéricas, colheu adeptos em Portugal, sobretudo entre republicanos (e maçons?). Destacadas personalidades como Antero de Quental, Ana de Castro Osório, Latino Coelho, Sampaio Bruno, Teófilo Braga, entre os portugueses, manifestaram, de uma

A NOSSA PENÍNSULA ~8 – Iberismo no século XIX- por Carlos Loures

  O projecto de uma federação de repúblicas ibéricas, colheu adeptos em Portugal, sobretudo entre republicanos (e maçons?). Destacadas personalidades como Antero de Quental, Ana de Castro Osório, Latino Coelho, Sampaio Bruno, Teófilo Braga, entre os portugueses, manifestaram, de uma