Posts Tagged: português

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

A NOSSA PENÍNSULA – 21 – A cultura em Portugal durante o domínio filipino (Teatro público na Lisboa barroca) – por Carlos Loures

  A castelhanização que actualmente o Estado espanhol impõe às culturas das nações submetidas à sua autoridade, leva a pensar que ao longo dos 60 anos de domínio filipino em Portugal terá havido uma dura repressão cultural. Porém, segundo Hernâni

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (132)

  PRAÇA DE D. JOÃO I O nome desta praça, localizada na freguesia de Santo Ildefonso, homenageia El-Rei D. João I (1358-1433), décimo rei de Portugal, e o primeiro da dinastia de Avis, a quem o Porto muito deve, que

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (132)

  PRAÇA DE D. JOÃO I O nome desta praça, localizada na freguesia de Santo Ildefonso, homenageia El-Rei D. João I (1358-1433), décimo rei de Portugal, e o primeiro da dinastia de Avis, a quem o Porto muito deve, que

EVENTO – EM QUE MOMENTO O GALEGO – PORTUGUÊS SE TORNOU UM IDIOMA UNIVERSAL? – por Carlos Loures

Serpenteando, avançando, recuando, tenho estado a recapitular temas da língua e da literatura galego-portuguesa que já aqui tinha abordado e que me parece oportuno recordar. Continuo hoje essa tarefa, há dias iniciada e respeitando o espírito da iniciativa lançada pelo

EVENTO – EM QUE MOMENTO O GALEGO – PORTUGUÊS SE TORNOU UM IDIOMA UNIVERSAL? – por Carlos Loures

Serpenteando, avançando, recuando, tenho estado a recapitular temas da língua e da literatura galego-portuguesa que já aqui tinha abordado e que me parece oportuno recordar. Continuo hoje essa tarefa, há dias iniciada e respeitando o espírito da iniciativa lançada pelo

EVENTO – O MOMENTO HISTÓRICO EM QUE A DERIVA DO GALEGO-PORTUGUÊS COMEÇOU – por Carlos Loures

  Prossigo a recapitulação do que antes disse sobre as questões históricas, literárias e, evidentemente, linguísticas ligadas ao idioma galego-português. Estou a fazê-lo, convenhamos, de uma forma um pouco errática – à medida que vou consultando o que escrevi e

EVENTO – O MOMENTO HISTÓRICO EM QUE A DERIVA DO GALEGO-PORTUGUÊS COMEÇOU – por Carlos Loures

  Prossigo a recapitulação do que antes disse sobre as questões históricas, literárias e, evidentemente, linguísticas ligadas ao idioma galego-português. Estou a fazê-lo, convenhamos, de uma forma um pouco errática – à medida que vou consultando o que escrevi e

EVENTO – PORTUGUÊS E GALEGO – O FIM DA DERIVA? por Carlos Loures

  As sínteses têm a sua utilidade, mas são perigosas. O querer dizer em poucas palavras o que só pode ser dito em muitas, implica o risco de haver más interpretações e, por vezes, obriga depois a explicações suplementares. Gasta-se

EVENTO – PORTUGUÊS E GALEGO – O FIM DA DERIVA? por Carlos Loures

  As sínteses têm a sua utilidade, mas são perigosas. O querer dizer em poucas palavras o que só pode ser dito em muitas, implica o risco de haver más interpretações e, por vezes, obriga depois a explicações suplementares. Gasta-se

ABANS DE L’ALBA – de JOSEP A. VIDAL – em três línguas – catalão, castelhano e português – tradução portuguesa por Carlos LOURES

  Abans de l’alba – Josep A.Vidal                        I Els carrers de Lisboa ploren llàgrimes negres. Regalen per teulades, balconades i reixes, baixen per les canals, entelen les finestres, llisquen per

ABANS DE L’ALBA – de JOSEP A. VIDAL – em três línguas – catalão, castelhano e português – tradução portuguesa por Carlos LOURES

  Abans de l’alba – Josep A.Vidal                        I Els carrers de Lisboa ploren llàgrimes negres. Regalen per teulades, balconades i reixes, baixen per les canals, entelen les finestres, llisquen per