OLHO PARA TI
Olho para ti
E vejo que não estás cá
Aquém
O teu corpo, sim
A mão que me afaga, também.
Saíste em busca do nada
Do cheiro da madressilva em mim
Do pomar que se vê ao longe, além
Do doce sabor da amora
E da felicidade sonhada
Olho para ti
Sentindo o teu perfume.
Ao que cheira nem eu sei;
A água de rosas
Da cor do lume
Ou a algum pomar que atravessei.
(In Uma, Duas Vezes e Três)



(Y) Muito bom ter lido este lindo poema. Parabéns
Muito obrigado minha cara amiga.
Tenha um bom fim de semana
Um poema dedicado a um “TU ” já ausente mas deixou no sujeito l´rico a saudade -Maria
Obrigado pelo sem comentário, Maria. Tenha uma excelente semana
Aos poetas deve-se perguntar se poderiam viver sem escrever. Se a resposta for negativa, estamos perante aqueles que fazem a verdadeira poesia.
Visto por essa perspectiva, Dália Dias, e perante a resposta que eu daria, sou “um verdadeiro” poeta.
Quem me dera!