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LAMEGO
Há mais de quatro dezenas de anos que não ia ou passava em Lamego. Fui surpreendido por uma cidade linda de que nada me lembrava.
A regressar o mais cedo possível.
Fui, em conjunto com trinta amigos do Porto e três outros de Parada de Gonta e Tondela, a propósito dos 160 anos de “NOITES DE LAMEGO”, de Camilo Castelo Branco, ouvir, no Museu de Lamego, Maria Manuel Magalhães Carneiro dissertar sobre José Zagalo Ilharco, fotógrafo de excelência, natural de Lamego, e José Valle de Figueiredo sobre Camilo e a Beira.
Fomos recebidos com toda a simpatia e atenção pela Sra Directora do Museu, Alexandra Falcão, e pelo seu “staff”.
No final da sessão, foi ainda apresentado, e dado à prova, um excelente vinho espumoso comemorativo da efeméride, “Noites de Lamego”, por iniciativa da Comissão Organizadora do evento – FOZ LITERÁRIA, MUSEU DE LAMEGO e O PROGRESSO DA FOZ. A produção deste vinho, em número reservado, foi das Caves Dona Jóia, de Penajóia (Lamego)
Almoçamos no “Restaurante Novo” onde nos foi servida uma ementa Camiliana (Caldo Verde, Arroz de Pato e Aletria) de muito boa confecção, e abalamos depois para visitar a Igreja da Misericórdia pertencente ao Mosteiro das Chagas, e o Castelo de Lamego.
Fomos depois a Arneirós, procurar a casa onde Bernardo Moniz (do romance Retrato de Ricardina – de Camilo Castelo Branco) se refugiou.
Estas foram as imagens possíveis desta jornada.







Casa refugio de Bernardo Moniz
Retrato de Ricardina
Camilo Castelo Branco








Que bonita reportagem, José Magalhães!
Muito obrigada pela referência e pela partilha!
Caríssimo Zé Magalhães;
…almoçar em Lamego e não comer o «arroz de salpicão» é como ir ao Porto e não comer «Tripas à moda do Porto»…fica para a vossa próxima jornada.
Quanto ao resto, demonstra que está em grande forma, pelo menos na escrita, fotos e na partilha.
Continuação de um bom S. João, mas…com balão! 1 abraço // Zé Carlos