Posts Tagged: crítica literária

APRESENTAÇÃO de “TEXTOS ATEÍSTAS ANTIRRELIGIOSOS E ANTICATÓLICOS”, de FERNANDO PESSOA – organização de VÍTOR CORREIA – AMANHÃ, DOMINGO, 9 de JUNHO, entre as 18.00 e as 18.50, na FEIRA DO LIVRO DE LISBOA – PRAÇA AMARELA

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O VEIO SURREALISTA NAS HISTÓRIAS PICARESCAS DE CARLOS LOURES, por MANUEL SIMÕES

  Manuel G. Simões professor univ. aposentado   Carlos Loures pertenceu, muito jovem, ao histórico “Grupo Surrealista do Café Gelo”, sendo então, entre 1959 e 1960, um dos coordenadores da revista literária Pirâmide (3 n.ºs), que publicou textos inéditos de

PEPETELA, “SUA EXCELÊNCIA, DE CORPO PRESENTE” – UMA LEITURA por MANUEL SIMÕES

  Pepetela (Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos) nasceu em Benguela em 29 de Outubro de 1941, e é filho de pais portugueses, já nascidos em Angola. Estudou no Colégio dos Maristas em Sá da Bandeira (actualmente Lubango), passou mais

JOSÉ DO CARMO FRANCISCO: A POESIA DOS AFECTOS – por MANUEL SIMÕES

  A poesia de José do Carmo Francisco foi sempre uma “poesia de afectos”. Já desde Iniciais, seu livro de estreia e Prémio Revelação APE (1981), a matéria objecto de poesia dizia respeito a figuras com as quais o autor

«NÓ CEGO», ESTREIA AUSPICIOSA DE CARLOS VALE FERRAZ – por Carlos Loures

Numa das suas excelentes novelas, o escritor britânico Somerset Maugham (1874-1965). cria uma interessante personagem numa situação complicada – a de um grande escritor que, já velho, com uma obra extensa e prestigiosa obra de dezenas de livros, traduzido em numerosas línguas,

ARTIGO de JORGE AMADO sobre “MEMORIAL DO PARAÍSO”, romance de SÍLVIO CASTRO.

Li o romance de Sílvio Castro, Memoriale del Paradiso, na belíssima edição italiana do Centro Internazionale della Grafica de Venezia, com ilustrações preciosas de Luigi Rinciotti. As ilustrações completam o texto não menos precioso: a escrita do romance de Sílvio Castro

A NOSSA RÁDIO – CELEBRANDO EUGÉNIO DE ANDRADE – MÃE-D’ÁGUA, OU A POESIA DE EUGÉNIO – por ÓSCAR LOPES

MÃE-D’ÁGUA, OU A POESIA DE EUGÉNIO Por: Óscar Lopes Este título ocorreu-me sem que eu ainda agora saiba ao certo porquê, — e de um modo obsessivo. Reconheço que a frase mãe d’água já mexe há muito comigo; grafada assim,

Literatura, Cultura e Lixo – por Maria Alzira Seixo

  Sempre que me falam em lixo, duas ideias se me baralham na cabeça: a 1ª é a dos contentores que há junto a minha casa, 4 bocarras enormes que dizem: doméstico, embalagens, vidro e papel, o que me dá