UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (310)

 

VI COLÓQUIO INTERNACIONAL CAMINHOS DE SANTIAGO (2)

S. PEDRO DE RATES

Os Cheiros e os Sabores

(continuação DAQUI)

 

CASA DO LAVRADOR – COMPLEXO ONDE ESTÁ INSTALADO O ALBERGUE DOS PEREGRINOS (à direita), O MUSEU DOS CEREAIS E DO LINHO (à esquerda) E A EIRA E O ESPIGUEIRO (ao fundo)

 

EIRA E ESPIGUEIRO

Inaugurado em 25 de Julho de 2004, o Albergue de S. Pedro de Rates foi o primeiro espaço em Portugal, na época moderna, dedicado ao acolhimento de peregrinos a Caminho de Santiago de Compostela.

A 21 de Abril de 2007 foi inaugurado o EcoMuseu, percurso pedestre, histórico-cultural, ambiental e paisagístico, com cerca de 8km., que se desenrola em torno do itinerário da água, do linho e do pão.

Este EcoMuseu contempla no seu percurso, entre outros, a Casa do Lavrador, após a recuperação do Espigueiro e dos Cobertos Agrícolas, bem como o espaço circundante onde já estava implantado o Albergue.

Foi neste lugar, Casa do Lavrador, mais especificamente no Museu de Cereais e do Linho, que se realizou o jantar de confraternização do VI Colóquio Internacional Caminhos de Santiago.

 

MUSEU DO LINHO

 

MUSEU DO LINHO

 

MUSEU DO LINHO

 

MUSEU DO LINHO

 

MUSEU DO LINHO

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A ementa, composta por duas Paellas diferentes e um Arroz à Valenciana, excelentemente confeccionados pelo “Chef” Laureano Tomás Sapiña, depressa satisfez os comensais e desfez por completo o frio que se fazia sentir naquela noite.

Foi um excelente e agradável convívio.

 

MUSEU DO LINHO
ONDE COMEMOS “A MARAVILHOSA PAELLA”

 

LAUREANO TOMÁS SAPIÑA – O NOSSO FORMIDÁVEL “CHEF”

 

A PRIMEIRA PAELLA – (Foto de Antonio Céspedes Mimbrero Presidente de Asociación Villae Naevae – Camino de Santiago de la Frontera)

 

 

A SEGUNDA PAELLA – (Foto de Antonio Céspedes Mimbrero Presidente de Asociación Villae Naevae – Camino de Santiago de la Frontera)

E depois ainda houve um fabuloso Arroz à Valenciana

 

Era já difícil conseguir ter apetite, mas com um pequeno esforço, que se tornou num enorme prazer, provamos (comemos) o Arroz à Valenciana que o “Chef” Laureano Tomás Sapiña nos proporcionou.

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PAULO JOÃO LOPES DA SILVA – PAULO SÁ MACHADO – LAUREANO TOMÁS SAPIÑA – LUCINDA AMORIM – AGNELO LARANJEIRA – ANTÓNIO CÉSPEDES MIMBRERO – (Foto de Antonio Céspedes Mimbrero Presidente de Asociación Villae Naevae -Camino de Santiago de la Frontera)

 

Várias foram as Confrarias Gastronómicas, sediadas no Caminho de Santiago, que se associaram a este Colóquio e estiveram presentes neste jantar com as suas especialidades:

Confraria dos Sabores Poveiros – Povoa de Varzim
Confraria do Pão de Ló de Ovar
Confraria da Broa de Avintes
Confraria dos Carolos e Papas de Milho de Canas de Sta. Maria – Tondela
Confraria da Cereja de Portugal
Confraria da Truta do Paúl
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No dia seguinte, e para finalizar o Colóquio, teve lugar o habitual almoço.

Foi servido, no Restaurante Santo António, um Cozido de se lhe tirar o chapéu, e, como não poderia deixar de ser, cantamos “ULTREIA”, comandados por Jean-Claude Benazet, autor da letra.
Aqui deixo esse testemunho.

 

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Para o próximo ano, se Deus quiser, há mais!

 

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CASA DO LAVRADOR – MUSEU DO LINHO – ALBERGUE DOS PEREGRINOS S. PEDRO DE RATES

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About José Fernando Magalhães

Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro

5 comments

  1. Pingback: UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (310) | joanvergall

  2. Podia facilitar a vida a quem deseje deixar um comentário…

    Um abraço.

  3. Gracias de nuevo al autor de esta bella cronica y decirle que el año proximo tendre el placer de estrechar su mano de amigo en las proximas jornadas de San Pedro de Rates. Un saludo.

  4. Pingback: UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (310) – Asociación Villae Naevae-Camino de Santiago de la Frontera

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