(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)
O que se segue, quem se segue? A própria França, talvez? Sentimo-nos tentados a acreditar nisso a partir do discurso de Richard Ferrand quando apresentou o projeto de acordo parlamentar[39]. A criação de uma assembleia interparlamentar parece ser o estabelecimento de um “verdadeiro contrapoder franco-alemão, um lugar de intercâmbio e debate, mas também de decisão”. Como pode um Presidente da Assembleia Nacional regozijar-se com uma tal negação da liberdade e independência nacionais, que afetaria a própria existência da instituição a que preside, e que trairia o “princípio” da República de “governo do povo, pelo povo e para o povo”?
