Posts Tagged: economia

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 2º Texto – A Alemanha – O que é que se passa com a Alemanha?

(Nick Kounis, 5 de Abril de 2019)

As autoridades alemãs poderiam fazer mais para incentivar uma transição para a procura interna, o que seria bom para a Alemanha e para a zona euro. O ponto de partida mais óbvio seria o reforço do estímulo orçamental. Na verdade, até mesmo o BCE começou a insinuar isso.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 2º Texto – A Alemanha – O que é que se passa com a Alemanha?

(Nick Kounis, 5 de Abril de 2019)

As autoridades alemãs poderiam fazer mais para incentivar uma transição para a procura interna, o que seria bom para a Alemanha e para a zona euro. O ponto de partida mais óbvio seria o reforço do estímulo orçamental. Na verdade, até mesmo o BCE começou a insinuar isso.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte B

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

O que a Grécia também mostra é que uma alternância da “esquerda radical” no contexto do euro e da UE só pode resultar na continuação e no agravamento continuado das mesmas políticas neoliberais. Porque, tal como a esquerda reformista antes dela, ela se desacredita e acaba por restaurar o poder à direita sem ter mudado nada na ordem económica e social, mas tendo acabado por desacreditar a política e a democracia: a única escolha hoje é entre o quadro europeu e a verdadeira alternância.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte B

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

O que a Grécia também mostra é que uma alternância da “esquerda radical” no contexto do euro e da UE só pode resultar na continuação e no agravamento continuado das mesmas políticas neoliberais. Porque, tal como a esquerda reformista antes dela, ela se desacredita e acaba por restaurar o poder à direita sem ter mudado nada na ordem económica e social, mas tendo acabado por desacreditar a política e a democracia: a única escolha hoje é entre o quadro europeu e a verdadeira alternância.

A GALIZA COMO TAREFA – leis de ferro – Ernesto V. Souza

Arredor a gente caminha, ou está parada, vai nos carros particulares ou nos transportes públicos, aguarda pelos comboios, pelas aulas, petisca nos parques e perto das portas dos espaços comerciais, nas esperas de médicos, no super-mercado. Em qualquer parte e

A GALIZA COMO TAREFA – leis de ferro – Ernesto V. Souza

Arredor a gente caminha, ou está parada, vai nos carros particulares ou nos transportes públicos, aguarda pelos comboios, pelas aulas, petisca nos parques e perto das portas dos espaços comerciais, nas esperas de médicos, no super-mercado. Em qualquer parte e

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte A

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

Então, se na Grécia,  a Europa é paz, esta é então muito semelhante à paz dos cemitérios. E uma vez que nos disseram durante meses e em todos os tons que “a Grécia está melhor” e que os números o mostram, vejamos os números. Entre 2009 e 2017, a taxa de mortalidade caiu de 9,8 ‰ para 11 ‰, a taxa de natalidade caiu de 10,6 ‰ para 8 ‰, enquanto entre 2009 e 2015 a esperança de vida saudável caiu dois anos, de 66 para 64 anos. Tais variações nas estatísticas populacionais, que refletem mudanças que são geralmente de natureza de longo prazo, são mais parecidas com as variações dos tempos de guerra.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – A Grécia – Círculo dos patriotas desaparecidos – Parte A

(Olivier Delorme, 19 de Fevereiro de 2019)

Então, se na Grécia,  a Europa é paz, esta é então muito semelhante à paz dos cemitérios. E uma vez que nos disseram durante meses e em todos os tons que “a Grécia está melhor” e que os números o mostram, vejamos os números. Entre 2009 e 2017, a taxa de mortalidade caiu de 9,8 ‰ para 11 ‰, a taxa de natalidade caiu de 10,6 ‰ para 8 ‰, enquanto entre 2009 e 2015 a esperança de vida saudável caiu dois anos, de 66 para 64 anos. Tais variações nas estatísticas populacionais, que refletem mudanças que são geralmente de natureza de longo prazo, são mais parecidas com as variações dos tempos de guerra.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 12º Texto: A política monetária esgotou-se

(Martin Wolf, Abril de 2019)

Porque é que as taxas de juro são tão baixas? A hipótese de “estagnação secular” ajuda a explicá-la? O que é que essas taxas de juro baixas implicam para a provável eficácia da política monetária durante outra recessão? Que outras políticas poderiam ser tentadas, seja como alternativa à política monetária ou como forma de torná-la mais eficaz? Estas são as questões mais importantes na macroeconomia. São também extremamente controversas.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 12º Texto: A política monetária esgotou-se

(Martin Wolf, Abril de 2019)

Porque é que as taxas de juro são tão baixas? A hipótese de “estagnação secular” ajuda a explicá-la? O que é que essas taxas de juro baixas implicam para a provável eficácia da política monetária durante outra recessão? Que outras políticas poderiam ser tentadas, seja como alternativa à política monetária ou como forma de torná-la mais eficaz? Estas são as questões mais importantes na macroeconomia. São também extremamente controversas.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 11º Texto: A União Europeia à beira da desunião…

(Guillaume Berlat, 24 de Setembro de 2018)

Hoje, mais do que ontem, podemos duvidar! A crise migratória combinada com as invetivas anti-europeias de Donald Trump revelam as insuficiências e os excessos de uma Europa em dificuldades. Uma Europa com a União em perigo, (o termo de desunião seria mais adequado) cada vez mais solta como ela é, antes de uma eventual separação do corpo, ou mesmo de um divórcio total. “Paralisada face aos perigos crescentes, a União Europeia deve deixar de ser o seu melhor inimigo[2]”. Nem todos os caminhos levam a Roma… em Roma, onde a imagem do Tratado se apaga com o passar do tempo (Gérard Bellec).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 11º Texto: A União Europeia à beira da desunião…

(Guillaume Berlat, 24 de Setembro de 2018)

Hoje, mais do que ontem, podemos duvidar! A crise migratória combinada com as invetivas anti-europeias de Donald Trump revelam as insuficiências e os excessos de uma Europa em dificuldades. Uma Europa com a União em perigo, (o termo de desunião seria mais adequado) cada vez mais solta como ela é, antes de uma eventual separação do corpo, ou mesmo de um divórcio total. “Paralisada face aos perigos crescentes, a União Europeia deve deixar de ser o seu melhor inimigo[2]”. Nem todos os caminhos levam a Roma… em Roma, onde a imagem do Tratado se apaga com o passar do tempo (Gérard Bellec).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte C

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Não só a Itália em relação à Alemanha e à França, mas também a Alemanha e a França em relação uma à outra, retiram hoje uma força externa da  sua fraqueza interna. A arma mais poderosa de Macron é o medo alemão de que, no final do seu mandato, o seu populismo centrista possa ser ultrapassado pelo populismo da esquerda ou da direita, ou de ambas, acabando ele tão demolido como Renzi. Merkel, por seu lado, pode defender-se das exigências francesas apontando para uma nova política interna, atando as mãos e tornando as promessas alemãs anteriores irrecuperáveis.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte C

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Não só a Itália em relação à Alemanha e à França, mas também a Alemanha e a França em relação uma à outra, retiram hoje uma força externa da  sua fraqueza interna. A arma mais poderosa de Macron é o medo alemão de que, no final do seu mandato, o seu populismo centrista possa ser ultrapassado pelo populismo da esquerda ou da direita, ou de ambas, acabando ele tão demolido como Renzi. Merkel, por seu lado, pode defender-se das exigências francesas apontando para uma nova política interna, atando as mãos e tornando as promessas alemãs anteriores irrecuperáveis.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte B

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Para a Alemanha, em particular, o colapso do euro pode significar o fim da bonança económica que Merkel defendeu com unhas e dentes em nome da “ideia europeia”.  Se a Itália pudesse criar a impressão de que está politicamente preparada para explodir, levando consigo o resto da zona do euro, aumentaria enormemente o seu poder de negociação europeu, assegurando assim a continuidade do financiamento estatal através do BCE e um resgate euro-alemão do seu setor bancário praticamente de graça.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte B

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

Para a Alemanha, em particular, o colapso do euro pode significar o fim da bonança económica que Merkel defendeu com unhas e dentes em nome da “ideia europeia”.  Se a Itália pudesse criar a impressão de que está politicamente preparada para explodir, levando consigo o resto da zona do euro, aumentaria enormemente o seu poder de negociação europeu, assegurando assim a continuidade do financiamento estatal através do BCE e um resgate euro-alemão do seu setor bancário praticamente de graça.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte A

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

A Europa da ideia europeia é um futuro sem passado, atrativamente inocente para um continente carregado de memórias de guerra e de genocídio. No entanto, é também um futuro sem presente: para ser aceitável para os seus diversos constituintes, só pode ser vagamente definido para que todos possam ler nele  o que quiserem. As tensões entre a diversidade nacional e a unidade supranacional não podem, portanto, ser abordadas de forma eficaz, uma vez que isso revelaria tanto o vazio da ideologia como os conflitos escondidos debaixo dela.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 10º Texto: A Europa sob Merkel IV: o Balanço da Impotência – Parte A

(Wolfgang Streeck, Verão de 2018)

A Europa da ideia europeia é um futuro sem passado, atrativamente inocente para um continente carregado de memórias de guerra e de genocídio. No entanto, é também um futuro sem presente: para ser aceitável para os seus diversos constituintes, só pode ser vagamente definido para que todos possam ler nele  o que quiserem. As tensões entre a diversidade nacional e a unidade supranacional não podem, portanto, ser abordadas de forma eficaz, uma vez que isso revelaria tanto o vazio da ideologia como os conflitos escondidos debaixo dela.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

O envelhecimento não é o principal fator determinante das mudanças estruturais nas despesas de saúde: a proporção de idosos na população e o aumento da esperança de vida desempenham um pequeno papel.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

O envelhecimento não é o principal fator determinante das mudanças estruturais nas despesas de saúde: a proporção de idosos na população e o aumento da esperança de vida desempenham um pequeno papel.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 7º Texto: Neonacionalismo na União Europeia – plataformas e ações de política social e económica

(Joachim Becker, Fevereiro de 2019)

Os projetos estatais neonacionalistas têm elementos autoritários. As tendências autoritárias manifestam-se nos projetos de Estado neoliberais das forças neonacionalistas no reforço das estruturas tecnocráticas e das políticas baseadas em regras.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 7º Texto: Neonacionalismo na União Europeia – plataformas e ações de política social e económica

(Joachim Becker, Fevereiro de 2019)

Os projetos estatais neonacionalistas têm elementos autoritários. As tendências autoritárias manifestam-se nos projetos de Estado neoliberais das forças neonacionalistas no reforço das estruturas tecnocráticas e das políticas baseadas em regras.