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Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 7º Texto: Neonacionalismo na União Europeia – plataformas e ações de política social e económica

(Joachim Becker, Fevereiro de 2019)

Os projetos estatais neonacionalistas têm elementos autoritários. As tendências autoritárias manifestam-se nos projetos de Estado neoliberais das forças neonacionalistas no reforço das estruturas tecnocráticas e das políticas baseadas em regras.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 7º Texto: Neonacionalismo na União Europeia – plataformas e ações de política social e económica

(Joachim Becker, Fevereiro de 2019)

Os projetos estatais neonacionalistas têm elementos autoritários. As tendências autoritárias manifestam-se nos projetos de Estado neoliberais das forças neonacionalistas no reforço das estruturas tecnocráticas e das políticas baseadas em regras.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (2/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Mas a verdadeira questão sempre foi que não se estava a negociar como parceiros comerciais. Os empresários podem fazer negócios uns com os outros porque neste caso cada um têm algo que o outro quer: a questão é o preço e os termos. O Reino Unido, ao sair da UE, está a oferecer algo que a Europa não quer; e a UE sente-se na obrigação de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para frustrar as suas aspirações.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (2/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Mas a verdadeira questão sempre foi que não se estava a negociar como parceiros comerciais. Os empresários podem fazer negócios uns com os outros porque neste caso cada um têm algo que o outro quer: a questão é o preço e os termos. O Reino Unido, ao sair da UE, está a oferecer algo que a Europa não quer; e a UE sente-se na obrigação de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para frustrar as suas aspirações.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (1/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Ao contrário dos eurocéticos do Reino Unido, os populistas europeus não querem sair da UE, mas sim reformá-la fundamentalmente. Nesse sentido, estão a delirar. A arquitetura da UE, tal como foi criada pela França e pela Alemanha é, fundamentalmente, irreformável. Assim, na minha opinião, a UE, na sua atual estrutura, não existirá dentro de cinco anos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (1/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Ao contrário dos eurocéticos do Reino Unido, os populistas europeus não querem sair da UE, mas sim reformá-la fundamentalmente. Nesse sentido, estão a delirar. A arquitetura da UE, tal como foi criada pela França e pela Alemanha é, fundamentalmente, irreformável. Assim, na minha opinião, a UE, na sua atual estrutura, não existirá dentro de cinco anos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 5º Texto – O Império Europeu da Alemanha

(Uma entrevista com Wolfgang Streeck, conduzida por Loren Balhorn  20/08/2018)

Estou convencido de que a política, como de costume, não nos ajudará e que a política de hoje é, quase sem exceção, pouco mais que uma gestão elitista, tecnocrática, profissionalizada e altamente remunerada. Precisamos de uma boa medida de disfuncionamento, de rutura, não só na economia, mas também e sobretudo na política. Qualquer coisa a menos e não conseguiremos restaurar o controle coletivo sobre as  nossas vidas de que tão urgentemente necessitamos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 5º Texto – O Império Europeu da Alemanha

(Uma entrevista com Wolfgang Streeck, conduzida por Loren Balhorn  20/08/2018)

Estou convencido de que a política, como de costume, não nos ajudará e que a política de hoje é, quase sem exceção, pouco mais que uma gestão elitista, tecnocrática, profissionalizada e altamente remunerada. Precisamos de uma boa medida de disfuncionamento, de rutura, não só na economia, mas também e sobretudo na política. Qualquer coisa a menos e não conseguiremos restaurar o controle coletivo sobre as  nossas vidas de que tão urgentemente necessitamos.

Hoje é dia de eleições europeias – “A Alemanha na mó de cima, a Europa na mó de baixo. Debate” (parte II), por Jonathan Story

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota  Por Jonathan Story, professor emérito, INSEAD Publicado por Writing about history, politics & economics, em 6 de março de 2019 (texto original aqui)   O livro de Douglas Webber é um livro muito

Hoje é dia de eleições europeias – “A Alemanha na mó de cima, a Europa na mó de baixo. Debate” (parte II), por Jonathan Story

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota  Por Jonathan Story, professor emérito, INSEAD Publicado por Writing about history, politics & economics, em 6 de março de 2019 (texto original aqui)   O livro de Douglas Webber é um livro muito

Hoje é dia de eleições europeias – “A Alemanha na mó de cima, a Europa na mó de baixo. Debate” (parte I), por Jonathan Story

  Introdução, por Júlio Marques Mota Hoje é dia de eleições, de eleições europeias. Nesse sentido, editamos dois textos de Jonathan Story, professor emérito do INSEAD em Fontainebleau, França, escola de onde hoje sai uma grande parte dos neoliberais que ocupam

Hoje é dia de eleições europeias – “A Alemanha na mó de cima, a Europa na mó de baixo. Debate” (parte I), por Jonathan Story

  Introdução, por Júlio Marques Mota Hoje é dia de eleições, de eleições europeias. Nesse sentido, editamos dois textos de Jonathan Story, professor emérito do INSEAD em Fontainebleau, França, escola de onde hoje sai uma grande parte dos neoliberais que ocupam

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte B)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O que se segue, quem se segue? A própria França, talvez? Sentimo-nos tentados a acreditar nisso a partir do discurso de Richard Ferrand quando apresentou o projeto de acordo parlamentar[39]. A criação de uma assembleia interparlamentar parece ser o estabelecimento de um “verdadeiro contrapoder franco-alemão, um lugar de intercâmbio e debate, mas também de decisão”. Como pode um Presidente da Assembleia Nacional regozijar-se com uma tal negação da liberdade e independência nacionais, que afetaria a própria existência da instituição a que preside, e que trairia o “princípio” da República de “governo do povo, pelo povo e para o povo”?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte B)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O que se segue, quem se segue? A própria França, talvez? Sentimo-nos tentados a acreditar nisso a partir do discurso de Richard Ferrand quando apresentou o projeto de acordo parlamentar[39]. A criação de uma assembleia interparlamentar parece ser o estabelecimento de um “verdadeiro contrapoder franco-alemão, um lugar de intercâmbio e debate, mas também de decisão”. Como pode um Presidente da Assembleia Nacional regozijar-se com uma tal negação da liberdade e independência nacionais, que afetaria a própria existência da instituição a que preside, e que trairia o “princípio” da República de “governo do povo, pelo povo e para o povo”?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte A)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O intraduzível, o indizível, até mesmo o irracional, estão, no entanto, bem no tratado, mas não como a elegância do romantismo. Porque o objetivo enunciado no artigo 13º, “facilitar a eliminação dos obstáculos nos territórios fronteiriços”, é uma verdadeira empresa de destruição, tanto para o território nacional da França como para os seus cidadãos. Nada será mais inteiramente deles, deles somente,  dado o apetite sem limites expresso pelo desejo de “ultrapassar os obstáculos à execução de projetos transfronteiriços”. Esta desmedida  pode conduzir à sua recusa, que os cidadãos franceses, a quem os “obstáculos” efetivamente unem e protegem, deveriam poder expressar num referendo.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte A)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O intraduzível, o indizível, até mesmo o irracional, estão, no entanto, bem no tratado, mas não como a elegância do romantismo. Porque o objetivo enunciado no artigo 13º, “facilitar a eliminação dos obstáculos nos territórios fronteiriços”, é uma verdadeira empresa de destruição, tanto para o território nacional da França como para os seus cidadãos. Nada será mais inteiramente deles, deles somente,  dado o apetite sem limites expresso pelo desejo de “ultrapassar os obstáculos à execução de projetos transfronteiriços”. Esta desmedida  pode conduzir à sua recusa, que os cidadãos franceses, a quem os “obstáculos” efetivamente unem e protegem, deveriam poder expressar num referendo.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações

( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)

Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em  Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é  inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado  a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações

( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)

Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em  Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é  inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado  a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental

(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)

O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental

(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)

O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A Europa, peça central no declínio do Ocidente – O afogamento do Ocidente na finança

(Jean Claude Werrebrouck, 1 de Abril de 2019)

E quando o Ocidente fica atolado num mar de liquidez para: salvar os seus bancos, acelerar fusões e aquisições sem investimentos e, portanto, sem crescimento além da reavaliação de ativos, para permitir recompras ilimitadas de ações, etc.; a China, equipada com um Estado forte, transforma as suas economias em investimentos reais, que amanhã abanarão os restos do que foi a glória do Ocidente.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A Europa, peça central no declínio do Ocidente – O afogamento do Ocidente na finança

(Jean Claude Werrebrouck, 1 de Abril de 2019)

E quando o Ocidente fica atolado num mar de liquidez para: salvar os seus bancos, acelerar fusões e aquisições sem investimentos e, portanto, sem crescimento além da reavaliação de ativos, para permitir recompras ilimitadas de ações, etc.; a China, equipada com um Estado forte, transforma as suas economias em investimentos reais, que amanhã abanarão os restos do que foi a glória do Ocidente.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 2º Texto – Os Coletes Amarelos pedem respeito, o poder responde-lhes pelo insulto

(Entrevista a Christophe GuilluyDaoud Boughezala, Elisabeth Lévy e Gil Mihaely) (Dezembro de 2018)

A divisão entre a elite e o povo está a aumentar. Nunca na história estes dois mundos foram tão estranhos um ao outro.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 2º Texto – Os Coletes Amarelos pedem respeito, o poder responde-lhes pelo insulto

(Entrevista a Christophe GuilluyDaoud Boughezala, Elisabeth Lévy e Gil Mihaely) (Dezembro de 2018)

A divisão entre a elite e o povo está a aumentar. Nunca na história estes dois mundos foram tão estranhos um ao outro.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 1º Texto – As onze questões sobre a União Europeia, de Coralie Delaume e David Cayla

(Jacques Sapir, 16 de Março de 2018)

Sobre a questão de Portugal, Coralie Delaume e David Cayla analisam de forma muito interessante, em poucas páginas, tanto o sucesso (relativo) da estratégia do governo português como as suas limitações. Mostram de forma convincente que aquilo a que agora se chama um “sucesso” nos círculos de “esquerda” se baseia, na realidade, numa emigração massiva e numa estratégia desenvergonhada de dumping social e fiscal [19]. A conclusão a que chegam é que Portugal adotou uma estratégia “parasitária”[20], uma estratégia que seria chamada, na linguagem de um economista (e entusiasta da teoria dos jogos), uma estratégia de passageiro clandestino.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 1º Texto – As onze questões sobre a União Europeia, de Coralie Delaume e David Cayla

(Jacques Sapir, 16 de Março de 2018)

Sobre a questão de Portugal, Coralie Delaume e David Cayla analisam de forma muito interessante, em poucas páginas, tanto o sucesso (relativo) da estratégia do governo português como as suas limitações. Mostram de forma convincente que aquilo a que agora se chama um “sucesso” nos círculos de “esquerda” se baseia, na realidade, numa emigração massiva e numa estratégia desenvergonhada de dumping social e fiscal [19]. A conclusão a que chegam é que Portugal adotou uma estratégia “parasitária”[20], uma estratégia que seria chamada, na linguagem de um economista (e entusiasta da teoria dos jogos), uma estratégia de passageiro clandestino.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 19. A Europa alemã vai ser confirmada e muito rapidamente

(Hélène Nouaille. 16/03/2019)

Na União Europeia tal como ela se tornou, os cidadãos britânicos preferiram deitar a toalha abaixo. Por toda parte, outros, que prefeririam estar juntos, porém, e que conhecem sua utilidade no mundo como ele é, rugem para se sentirem desconfortáveis em um navio que lhes parece vagar em perdição sem bússola e sem mapa. Um navio que foi dessalinizar, alemão ou não.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 19. A Europa alemã vai ser confirmada e muito rapidamente

(Hélène Nouaille. 16/03/2019)

Na União Europeia tal como ela se tornou, os cidadãos britânicos preferiram deitar a toalha abaixo. Por toda parte, outros, que prefeririam estar juntos, porém, e que conhecem sua utilidade no mundo como ele é, rugem para se sentirem desconfortáveis em um navio que lhes parece vagar em perdição sem bússola e sem mapa. Um navio que foi dessalinizar, alemão ou não.