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Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (2/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Mas a verdadeira questão sempre foi que não se estava a negociar como parceiros comerciais. Os empresários podem fazer negócios uns com os outros porque neste caso cada um têm algo que o outro quer: a questão é o preço e os termos. O Reino Unido, ao sair da UE, está a oferecer algo que a Europa não quer; e a UE sente-se na obrigação de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para frustrar as suas aspirações.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (2/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Mas a verdadeira questão sempre foi que não se estava a negociar como parceiros comerciais. Os empresários podem fazer negócios uns com os outros porque neste caso cada um têm algo que o outro quer: a questão é o preço e os termos. O Reino Unido, ao sair da UE, está a oferecer algo que a Europa não quer; e a UE sente-se na obrigação de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para frustrar as suas aspirações.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (1/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Ao contrário dos eurocéticos do Reino Unido, os populistas europeus não querem sair da UE, mas sim reformá-la fundamentalmente. Nesse sentido, estão a delirar. A arquitetura da UE, tal como foi criada pela França e pela Alemanha é, fundamentalmente, irreformável. Assim, na minha opinião, a UE, na sua atual estrutura, não existirá dentro de cinco anos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 6º Texto – Brexit: Porque é que isto me faz rir. (1/2)

(Victor Hill, 15/02/2019)

Ao contrário dos eurocéticos do Reino Unido, os populistas europeus não querem sair da UE, mas sim reformá-la fundamentalmente. Nesse sentido, estão a delirar. A arquitetura da UE, tal como foi criada pela França e pela Alemanha é, fundamentalmente, irreformável. Assim, na minha opinião, a UE, na sua atual estrutura, não existirá dentro de cinco anos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 5º Texto – O Império Europeu da Alemanha

(Uma entrevista com Wolfgang Streeck, conduzida por Loren Balhorn  20/08/2018)

Estou convencido de que a política, como de costume, não nos ajudará e que a política de hoje é, quase sem exceção, pouco mais que uma gestão elitista, tecnocrática, profissionalizada e altamente remunerada. Precisamos de uma boa medida de disfuncionamento, de rutura, não só na economia, mas também e sobretudo na política. Qualquer coisa a menos e não conseguiremos restaurar o controle coletivo sobre as  nossas vidas de que tão urgentemente necessitamos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 5º Texto – O Império Europeu da Alemanha

(Uma entrevista com Wolfgang Streeck, conduzida por Loren Balhorn  20/08/2018)

Estou convencido de que a política, como de costume, não nos ajudará e que a política de hoje é, quase sem exceção, pouco mais que uma gestão elitista, tecnocrática, profissionalizada e altamente remunerada. Precisamos de uma boa medida de disfuncionamento, de rutura, não só na economia, mas também e sobretudo na política. Qualquer coisa a menos e não conseguiremos restaurar o controle coletivo sobre as  nossas vidas de que tão urgentemente necessitamos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte B)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O que se segue, quem se segue? A própria França, talvez? Sentimo-nos tentados a acreditar nisso a partir do discurso de Richard Ferrand quando apresentou o projeto de acordo parlamentar[39]. A criação de uma assembleia interparlamentar parece ser o estabelecimento de um “verdadeiro contrapoder franco-alemão, um lugar de intercâmbio e debate, mas também de decisão”. Como pode um Presidente da Assembleia Nacional regozijar-se com uma tal negação da liberdade e independência nacionais, que afetaria a própria existência da instituição a que preside, e que trairia o “princípio” da República de “governo do povo, pelo povo e para o povo”?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte B)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O que se segue, quem se segue? A própria França, talvez? Sentimo-nos tentados a acreditar nisso a partir do discurso de Richard Ferrand quando apresentou o projeto de acordo parlamentar[39]. A criação de uma assembleia interparlamentar parece ser o estabelecimento de um “verdadeiro contrapoder franco-alemão, um lugar de intercâmbio e debate, mas também de decisão”. Como pode um Presidente da Assembleia Nacional regozijar-se com uma tal negação da liberdade e independência nacionais, que afetaria a própria existência da instituição a que preside, e que trairia o “princípio” da República de “governo do povo, pelo povo e para o povo”?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte A)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O intraduzível, o indizível, até mesmo o irracional, estão, no entanto, bem no tratado, mas não como a elegância do romantismo. Porque o objetivo enunciado no artigo 13º, “facilitar a eliminação dos obstáculos nos territórios fronteiriços”, é uma verdadeira empresa de destruição, tanto para o território nacional da França como para os seus cidadãos. Nada será mais inteiramente deles, deles somente,  dado o apetite sem limites expresso pelo desejo de “ultrapassar os obstáculos à execução de projetos transfronteiriços”. Esta desmedida  pode conduzir à sua recusa, que os cidadãos franceses, a quem os “obstáculos” efetivamente unem e protegem, deveriam poder expressar num referendo.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 4º Texto – Tratado de Aix-la-Chapelle : de que direito ? (Parte A)

(Bolmann Yvonne, 12 de Março de 2018)

O intraduzível, o indizível, até mesmo o irracional, estão, no entanto, bem no tratado, mas não como a elegância do romantismo. Porque o objetivo enunciado no artigo 13º, “facilitar a eliminação dos obstáculos nos territórios fronteiriços”, é uma verdadeira empresa de destruição, tanto para o território nacional da França como para os seus cidadãos. Nada será mais inteiramente deles, deles somente,  dado o apetite sem limites expresso pelo desejo de “ultrapassar os obstáculos à execução de projetos transfronteiriços”. Esta desmedida  pode conduzir à sua recusa, que os cidadãos franceses, a quem os “obstáculos” efetivamente unem e protegem, deveriam poder expressar num referendo.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações

( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)

Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em  Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é  inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado  a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações

( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)

Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em  Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é  inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado  a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?

PITIÉ-SALPÊTRIÈRE: O MINISTRO CHRISTOPHE CASTANER NÃO GOSTA DA VERDADE – UM MINISTRO DIGNO DO SEU PRESIDENTE – por RÉGIS DE CASTELNAU

Régis de Castelnau (Original aqui) – 4 maio 2019- Publicação autorizada Selecção, introdução  e tradução de Júlio Marques Mota   Meus caros Será Macron diferente de Orban e de outros populistas  de direita pregando uma coisa e fazendo outra, pondo de uma

PITIÉ-SALPÊTRIÈRE: O MINISTRO CHRISTOPHE CASTANER NÃO GOSTA DA VERDADE – UM MINISTRO DIGNO DO SEU PRESIDENTE – por RÉGIS DE CASTELNAU

Régis de Castelnau (Original aqui) – 4 maio 2019- Publicação autorizada Selecção, introdução  e tradução de Júlio Marques Mota   Meus caros Será Macron diferente de Orban e de outros populistas  de direita pregando uma coisa e fazendo outra, pondo de uma

DA VERDADE OFICIAL À VERDADE DOS FACTOS FILMADOS – EM TORNO DOS COLETES AMARELOS – por JÚLIO MARQUES MOTA

OBRIGADO A DAVID DUFRESNE «Hospital atacado»: a versão do ministro do Interior, Castaner, desmentida por testemunhos e vídeos. 2 maio de  2019 Ao contrário do que disse o ministro do Interior – o que causou uma onda de choque na

DA VERDADE OFICIAL À VERDADE DOS FACTOS FILMADOS – EM TORNO DOS COLETES AMARELOS – por JÚLIO MARQUES MOTA

OBRIGADO A DAVID DUFRESNE «Hospital atacado»: a versão do ministro do Interior, Castaner, desmentida por testemunhos e vídeos. 2 maio de  2019 Ao contrário do que disse o ministro do Interior – o que causou uma onda de choque na

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental

(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)

O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental

(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)

O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A Europa, peça central no declínio do Ocidente – O afogamento do Ocidente na finança

(Jean Claude Werrebrouck, 1 de Abril de 2019)

E quando o Ocidente fica atolado num mar de liquidez para: salvar os seus bancos, acelerar fusões e aquisições sem investimentos e, portanto, sem crescimento além da reavaliação de ativos, para permitir recompras ilimitadas de ações, etc.; a China, equipada com um Estado forte, transforma as suas economias em investimentos reais, que amanhã abanarão os restos do que foi a glória do Ocidente.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A Europa, peça central no declínio do Ocidente – O afogamento do Ocidente na finança

(Jean Claude Werrebrouck, 1 de Abril de 2019)

E quando o Ocidente fica atolado num mar de liquidez para: salvar os seus bancos, acelerar fusões e aquisições sem investimentos e, portanto, sem crescimento além da reavaliação de ativos, para permitir recompras ilimitadas de ações, etc.; a China, equipada com um Estado forte, transforma as suas economias em investimentos reais, que amanhã abanarão os restos do que foi a glória do Ocidente.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 2º Texto – Os Coletes Amarelos pedem respeito, o poder responde-lhes pelo insulto

(Entrevista a Christophe GuilluyDaoud Boughezala, Elisabeth Lévy e Gil Mihaely) (Dezembro de 2018)

A divisão entre a elite e o povo está a aumentar. Nunca na história estes dois mundos foram tão estranhos um ao outro.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 2º Texto – Os Coletes Amarelos pedem respeito, o poder responde-lhes pelo insulto

(Entrevista a Christophe GuilluyDaoud Boughezala, Elisabeth Lévy e Gil Mihaely) (Dezembro de 2018)

A divisão entre a elite e o povo está a aumentar. Nunca na história estes dois mundos foram tão estranhos um ao outro.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 17. . A União Europeia, o outro inimigo dos Coletes Amarelos

(Eugène Favier-Baron, 25/01/2019)

Se existe um denominador comum entre estes “Coletes Amarelos” europeus, é antes na negação do atual projeto europeu. Mesmo quando não é diretamente formulada, esta rejeição está presente de facto, uma vez que as expectativas dos “Coletes Amarelos” estão em contradição com as políticas conduzidas e prescritas pela União Europeia.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 17. . A União Europeia, o outro inimigo dos Coletes Amarelos

(Eugène Favier-Baron, 25/01/2019)

Se existe um denominador comum entre estes “Coletes Amarelos” europeus, é antes na negação do atual projeto europeu. Mesmo quando não é diretamente formulada, esta rejeição está presente de facto, uma vez que as expectativas dos “Coletes Amarelos” estão em contradição com as políticas conduzidas e prescritas pela União Europeia.

Do plano técnico ao plano político: do sistema Target 2 à fragmentação financeira da União Europeia – 16. A nova morfologia do risco na zona euro (6/6). Por Marcello Minenna

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 16. A nova morfologia do risco na zona euro (6/6)  Por Marcello Minenna Publicado por  em 25 de fevereiro de 2019 (texto original aqui) [N.E.: Este texto conclui a série Do plano técnico

Do plano técnico ao plano político: do sistema Target 2 à fragmentação financeira da União Europeia – 16. A nova morfologia do risco na zona euro (6/6). Por Marcello Minenna

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 16. A nova morfologia do risco na zona euro (6/6)  Por Marcello Minenna Publicado por  em 25 de fevereiro de 2019 (texto original aqui) [N.E.: Este texto conclui a série Do plano técnico

Do plano técnico ao plano político: do sistema Target 2 à fragmentação financeira da União Europeia – 16. A nova morfologia do risco na zona euro (5/6). Por Marcello Minenna

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 16. A nova morfologia do risco na zona euro (5/6)  Por Marcello Minenna Publicado por  em 25 de fevereiro de 2019 (texto original aqui) [N.E.: Este texto conclui a série Do plano técnico

Do plano técnico ao plano político: do sistema Target 2 à fragmentação financeira da União Europeia – 16. A nova morfologia do risco na zona euro (5/6). Por Marcello Minenna

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 16. A nova morfologia do risco na zona euro (5/6)  Por Marcello Minenna Publicado por  em 25 de fevereiro de 2019 (texto original aqui) [N.E.: Este texto conclui a série Do plano técnico

Do plano técnico ao plano político: do sistema Target 2 à fragmentação financeira da União Europeia – 16. A nova morfologia do risco na zona euro (4/6). Por Marcello Minenna

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 16. A nova morfologia do risco na zona euro (4/6)  Por Marcello Minenna Publicado por  em 25 de fevereiro de 2019 (texto original aqui) [N.E.: Este texto conclui a série Do plano técnico

Do plano técnico ao plano político: do sistema Target 2 à fragmentação financeira da União Europeia – 16. A nova morfologia do risco na zona euro (4/6). Por Marcello Minenna

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 16. A nova morfologia do risco na zona euro (4/6)  Por Marcello Minenna Publicado por  em 25 de fevereiro de 2019 (texto original aqui) [N.E.: Este texto conclui a série Do plano técnico