Posts Tagged: galiza

PEQUENOS PRAZERES, de EVA CRUZ

Nunca me cansa aquela costa rugosa e negra, batida pela espuma branca do Atlântico, às vezes envolta numa neblina misteriosa e nostálgica, a fazer adivinhar terras bem distantes do outro lado do mundo. Sempre me encantou a Galiza, terra de

“PÃO NOSSO”, do TEATRO DE BALUGAS, seleccionado para o FESTIVAL TRANSFRONTEIRIÇO de TEATRO AMADOR PLATTA – HOJE, SEXTA-FEIRA, 10 de MAIO, às 20.30, no AUDITÓRIO MANUEL MARIA, em OURENSE, na GALIZA

  “Pão Nosso” do Teatro de Balugas selecionado para o Festival Transfronteiriço de Teatro Amador PLATTA   O espetáculo “Pão Nosso” do Teatro de Balugas, de Balugães (Barcelos), sobe ao palco do Auditório Manuel María, no dia 10 de maio,

CARTA DE BARCELONA – Vida i memòria – por JOSEP A. VIDAL

    Nie sollst du mich befragen, noch Wissens Sorge tragen, woher ich kam der Fahrt, noch wie mein Namʼ und Art! [Mai no em preguntaràs, ni intentaràs saber, d’on procedeixo, ni quins són el meu nom i el meu

CONFERÊNCIA “A GRANDE AVENTURA DO BACALLAO” por VALDEMAR AVEIRO – APRESENTAÇÃO da colecção “RECORDAÇÕES DA PESCA DO BACALHAU” – SEXTA-FEIRA, 24 de AGOSTO, pelas 20 horas – ATENEO FERROLÁN, MAGDALENA 202, FERROL, GALIZA.

  Leia mais clicando em: http://ateneo-ferrolan.blogspot.com/2018/08/conferencia-proxeccion-coloquio-venres_12.html http://www.ancora-editora.pt/index.php/autores/104-valdemar-aveiro  

A NOSSA PENÍNSULA – 9 – Galiza e Portugal, a mesma Nação? – por Carlos Loures

  Face ao Estado vizinho, a diplomacia portuguesa tem demonstrado ao longo dos três últimos séculos uma cobardia notável – e todos – monárquicos, republicanos, maçons, democratas, fascistas… todas as tendências do leque político comungam nesse aspecto – não levantar

“EXISTE UNA INDUSTRIA DEL FUEGO EN GALICIA”, entrevista a XABIER VÁZQUEZ PUMARIÑO, por JOSEP FITA

OBRIGADO A XABIER VASQUEZ PUMARIÑO, JOSEP FITA, LA VANGUARDIA, SALVADOR SAS, EFE, CÉSAR PRÍNCIPE E ADÃO CRUZ A leitura desta entrevista, que mãos amigas nos fizeram chegar, informa-nos sobre o que se passou recentemente na nossa vizinha Galiza. E pode

AMIGO VEM! – por Manuel Meixide Fernandes*

 Ao Afonso Fernandes, grande amigo e admirador do Zeca          O diretor do PGL, o companheiro Ernesto Vázquez Sousa, pediu-me que escrevesse qualquer cousa, um algo, sobre o Zeca Afonso e a Galiza. Ao começo pensei que não estava capacitado

EDITORIAL: Galiza e Portugal, irmãos separados?

Dois estados separados por uma fronteira frágil e por preconceitos fortes – assim se poderia definir a situação das relações entre Portugal e a Galiza. Alguns portugueses e galegos têm procurado dissipar essa indiferença. Manuel Rodrigues Lapa autodefiniu-se como  «galego

EDITORIAL: Galiza e Portugal, irmãos separados?

Dois estados separados por uma fronteira frágil e por preconceitos fortes – assim se poderia definir a situação das relações entre Portugal e a Galiza. Alguns portugueses e galegos têm procurado dissipar essa indiferença. Manuel Rodrigues Lapa autodefiniu-se como  «galego

APRESENTAÇÃO da REVISTA “ARGOS”, do MUSEU MARÍTIMO de ÍLHAVO – SEXTA-FEIRA, 18 de MARÇO, pelas 20.30, MUSEO MASSÓ, AV. MONTERO RÍOS, BUEU (PONTEVEDRA) – GALIZA.

Ver mais em: http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/  

A GALIZA COMO TAREFA – batalhas perdidas – Ernesto V. Souza

O natal e o verão marcam os grandes ciclos dos migrantes. Muito trânsito, nos comboios e aeroportos, de gente ainda nova, com as suas malas e sonhos de retorno, amores e saudades; e, nas estradas, carros cheios de famílias feitas

DIA 10 DE JANEIRO, EM BOIMORTO, GALIZA, OS CANTARES DE TEMPO DE REIS

A vila galega de Boimorto acolherá o I Encontro Peninsular Arredor dos Cantares em Tempo de Reis, com presença de importantes investigadores/as. De Portugal estarão presentes o etnomusicólogo Domingos Morais e o músico alentejano Pedro Mestre. No site do município

A GALIZA COMO TAREFA –Tempos- por Ernesto V. Sousa

Os tempos são chegados Dos bardos das idades Qu’as vossas vaguidades Cumprido fim terão. Podemos escutar estes versos, quase no final do hino galego, naquela letra preciosa, intensa e não pouco críptica de Eduardo Pondal, que tão bem acompassa a