Posts Tagged: hotel

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (146)

PRAÇA D. FILIPA DE LENCASTRE   A Praça D. Filipa de Lencastre existe há pouco mais de 70 anos. Prevista aquando da abertura da Avenida dos Aliados, em conjunto com a Praça D. João I. homenageia, em conjunto com esta,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (146)

PRAÇA D. FILIPA DE LENCASTRE   A Praça D. Filipa de Lencastre existe há pouco mais de 70 anos. Prevista aquando da abertura da Avenida dos Aliados, em conjunto com a Praça D. João I. homenageia, em conjunto com esta,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (119)

A SENHORA ALVELOS E O HOTEL DO LOUVRE Maria Henriqueta de Lemos e Alvelos, possuidora de uma beleza estonteante, há muito que fazia razia nos corações dos que com ela privavam, e também dos que a desejavam. Divorciada de João

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (119)

A SENHORA ALVELOS E O HOTEL DO LOUVRE Maria Henriqueta de Lemos e Alvelos, possuidora de uma beleza estonteante, há muito que fazia razia nos corações dos que com ela privavam, e também dos que a desejavam. Divorciada de João

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (117)

O LUGAR DE GOELAS DE PAU (GUELLAS DE PAU) Quem sobe a Avenida 25 de Abril, em direcção à Praça das Flores onde se encontra o jardim de Guedes de Oliveira (escritor e jornalista do século XIX), vê ao seu

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (117)

O LUGAR DE GOELAS DE PAU (GUELLAS DE PAU) Quem sobe a Avenida 25 de Abril, em direcção à Praça das Flores onde se encontra o jardim de Guedes de Oliveira (escritor e jornalista do século XIX), vê ao seu

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (92)

SOLSTÍCIO DE VERÃO O dia mais comprido e a noite mais curta, estão a chegar. Com eles trazem os dias mais quentes, as noites ainda mais animadas, a alegria incontida de uns e de outros, o descanso ao sol entremeado

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (92)

SOLSTÍCIO DE VERÃO O dia mais comprido e a noite mais curta, estão a chegar. Com eles trazem os dias mais quentes, as noites ainda mais animadas, a alegria incontida de uns e de outros, o descanso ao sol entremeado