É SÓ AR, E RAREFEITO
É só ar, e rarefeito
Um tremendo vazio
O que me vai na cabeça
E que tudo corta a eito.
Uma corrente de um rio
Que para a foz corre sem pressa
Que flui sem eu dar conta
E nas palavras não desponta
Nem se entretém numa reza.
É um vazio
Tremendo
E um tremendo desafio
À minha sanidade
E à minha falta de frio.



Tempus Fugit ! Nem tudo é mau, fica a sabedoria.Parabéns ao poeta.