I Se Bayard foi o cavaleiro sem medo, grandes capitães o tiveram e foram, ao menos um dia, um joguete … More
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Q. G. 3. * POR ANDRÉ BRUN
A madame Faës, très chère amie. III Se Madame Fäes não tivesse com os lucros de guerra arredondado os … More
Q. G. 3. * POR ANDRÉ BRUN
A madame Faës, très chère amie. II Durante três anos aquela loja esteve atulhada de ingleses. Desfilaram por ali vários … More
Q. G. 3. * POR ANDRÉ BRUN
A madame Faës, très chère amie. Sessenta e cinco por cento dos que andam na guerra regressarão à paz sem … More
MIL E UMA NOITES DE TRINCHEIRA*. Por ANDRÉ BRUN
III Para o museu, para o comando de batalhão, a noite é também o problema. O dia é a papelada, … More
MIL E UMA NOITES DE TRINCHEIRA*. Por ANDRÉ BRUN
II Cavou-se um abismo entre nós e a retaguarda. Aqueles que dormem todas as noites na sua cama, sejam eles … More
MIL E UMA NOITES DE TRINCHEIRA*. Por ANDRÉ BRUN
I Há três meses que estamos na trincha. Todos os seis dias saímos para ir descansar numas … More
AS CIDADES MORTAS*. POR ANDRÉ BRUN
III Após os dias cruéis de Abril fomos estabelecer o nosso bivaque às portas de Lillers. Meses antes era a … More
