Posts Tagged: reintegracionismo

A GALIZA COMO TAREFA – mais samba – Ernesto V. Souza

  17 de maio, e mesmo com a que está caindo, celebramos, na Galiza universal, o Dia das letras galegas. Como saberão, neste ano oferecido a Ricardo Carvalho Calero: polígrafo redondo, poeta, ativista, jurista, historiador, professor, linguista, académico e um

A GALIZA COMO TAREFA – mais samba – Ernesto V. Souza

  17 de maio, e mesmo com a que está caindo, celebramos, na Galiza universal, o Dia das letras galegas. Como saberão, neste ano oferecido a Ricardo Carvalho Calero: polígrafo redondo, poeta, ativista, jurista, historiador, professor, linguista, académico e um

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – Carvalho contra Chronos – Ernesto V. Souza

  Meu pasado imperfeito, meu futuro condicional! Mais o presente, u-lo? R.C.C. “Excalibur” in Futuro Condicional, 1982, p.13 Tal como apontávamos, a questão da fixação da língua, na Galiza, passa pelo consenso, pela construção da ilusão coletiva (tal como o

A GALIZA COMO TAREFA – reintegracionismo 3.0 – Ernesto V. Souza

As línguas de cultura são cousa frágil, condicionadas por catástrofes, sucessos, azares, acasos políticos, invasões, migrações, expulsões, genocídios, mudanças dinásticas, económicas e  sociais; por inventos, descobertas, modas; sujeitas ao capricho, às vontades, teimas higienistas, restauradoras, historicistas, ou reformistas das elites;

A GALIZA COMO TAREFA – reintegracionismo 3.0 – Ernesto V. Souza

As línguas de cultura são cousa frágil, condicionadas por catástrofes, sucessos, azares, acasos políticos, invasões, migrações, expulsões, genocídios, mudanças dinásticas, económicas e  sociais; por inventos, descobertas, modas; sujeitas ao capricho, às vontades, teimas higienistas, restauradoras, historicistas, ou reformistas das elites;

A GALIZA COMO TAREFA – 7 cuncas – Ernesto V. Souza

A Galiza tem um fugaz fulgor republicano, um enérgico pulo romântico e um fundo pouso barroco e românico. Sem saudades, nem mitificações: são épocas históricas nas que por causas económicas favoráveis, circunstâncias sociais determinadas e reivindicativas prendeu, na parte mais

A GALIZA COMO TAREFA – 7 cuncas – Ernesto V. Souza

A Galiza tem um fugaz fulgor republicano, um enérgico pulo romântico e um fundo pouso barroco e românico. Sem saudades, nem mitificações: são épocas históricas nas que por causas económicas favoráveis, circunstâncias sociais determinadas e reivindicativas prendeu, na parte mais

A GALIZA COMO TAREFA – fora e dentro – Ernesto V. Souza

Pode parecer confusa, arbitrária e desconcertante a olhos do observador português, a movimentação e agitação – esta sim evidente por constante e por vezes exagerada – que no mundo cultural e linguístico galego acontece arredor e dentro do que denominamos “Reintegracionismo”,

A GALIZA COMO TAREFA – fora e dentro – Ernesto V. Souza

Pode parecer confusa, arbitrária e desconcertante a olhos do observador português, a movimentação e agitação – esta sim evidente por constante e por vezes exagerada – que no mundo cultural e linguístico galego acontece arredor e dentro do que denominamos “Reintegracionismo”,

A GALIZA COMO TAREFA – em campanha – Ernesto V. Souza

Pessoalmente, a estas alturas da vida, enquanto se ergue a Cidade Esmeralda do Gaiás, o Prestige ainda deita fios mouros como fados, a Galiza rural continua mal comunicada, a Universidade continua de ama de cria do caciquismo, os galegos emigram

A GALIZA COMO TAREFA – em campanha – Ernesto V. Souza

Pessoalmente, a estas alturas da vida, enquanto se ergue a Cidade Esmeralda do Gaiás, o Prestige ainda deita fios mouros como fados, a Galiza rural continua mal comunicada, a Universidade continua de ama de cria do caciquismo, os galegos emigram

A GALIZA COMO TAREFA – quando a ordem altera o produto – Ernesto V. Souza

Durante os últimos 25 ou 30 anos assistimos a uma impossível operação de adição mediante a qual – sob ideia demorante de “consenso” – se chamava uma e outra vez a “necessidade” do reintegracionismo vir somar forças com o isolacionismo.

A GALIZA COMO TAREFA – quando a ordem altera o produto – Ernesto V. Souza

Durante os últimos 25 ou 30 anos assistimos a uma impossível operação de adição mediante a qual – sob ideia demorante de “consenso” – se chamava uma e outra vez a “necessidade” do reintegracionismo vir somar forças com o isolacionismo.

Os 21 preceitos do nosso Nacionalismo (1930), por Fuco G. Gómez

Se a história recente nos faz, hoje, asssitir ao Reino de Espanha a sofrer as contradições internas do regime e à intensificação dos movimentos das nacionalidades dominadas pelo direito a decidir da sua autodeterminação, podemos recuar e constatar que desde há muito as nações

Os 21 preceitos do nosso Nacionalismo (1930), por Fuco G. Gómez

Se a história recente nos faz, hoje, asssitir ao Reino de Espanha a sofrer as contradições internas do regime e à intensificação dos movimentos das nacionalidades dominadas pelo direito a decidir da sua autodeterminação, podemos recuar e constatar que desde há muito as nações