Posts Tagged: romantismo

SINFONIA ESCOCESA, de MENDELSSOHN, pela ORQUESTRA da GEWANDHAUS de LEIPZIG, dirigida por KURT MASUR

        Obrigado ao EuroArtsChannel e ao youtube Clique no link abaixo para ler na wikipedia sobre esta obra de Felix Mendelssohn: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinfonia_n.º_3_(Mendelssohn)  

ALEXANDER BORODIN – QUARTETO PARA CORDAS Nº 2, em D MAIOR, pelo QUARTETO DE CORDAS BORODIN

    Obrigado a olla-vogala e ao youtube Sobre esta obra de Borodin sugerimos que leiam a Wikipedia, clicando em: https://en.wikipedia.org/wiki/String_Quartet_No._2_(Borodin) Propomos que cliquem também em: https://en.wikipedia.org/wiki/Borodin_Quartet

ABERTURA de “A NOITE NO CASTELO”, de CARLOS GOMES, pela ORQUESTRA SINFÓNICA BRASILEIRA, dirigida por YERUHAM SCHAROVSKY

    Obrigado a Thiago R. e ao Youtube Para esta obra de carácter romântico Carlos Gomes inspirou-se num poema de António Feliciano de Castilho (1800 – 1875) com o mesmo nome. O libreto foi escrito por Fernando dos Reis.

AS GRANDES ÓPERAS ROMÂNTICAS

Amanhã, dia 2 de Abril, iniciamos a publicação de uma série dedicada à ópera. Começamos esta nova rubrica, que será colocada às 9:00, com um ciclo dedicado ao Romantismo italiano. Iniciaremos com O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini (1792.-1868). É

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (9)

JARDINS DE POESIA Que é que o Porto tem, que o transformou em poucos anos num destino privilegiado para milhares de pessoas? Já não tem só o vinho do Porto, o Património da Humanidade, um encanto decadente, e a sua

ALPHONSE DE LAMARTINE NASCEU EM 21 DE OUTUBRO DE 1790

Alphonse de Lamartine  nasceu em Mâcon, no dia 21 de Outubro de 1790 e morreu em Paris em 28 de Fevereiro de 1869. Foi um dos poetas que, quer em França, quer na Europa em geral,  mais influenciaram o movimento

JOÃO DE DEUS E O ROMANTISMO SOCIAL PORTUGUÊS – por Sílvio Castro

Foi no dia 9 de Março de 1830 que nasceu João de Deus. Este estudo de Sílvio Castro, já antes publicado no Estrolabio, insere-se na pequena homenagem que hoje prestamos ao grande poeta. Ao contrário de quanto sucede com Soares

CLAUDE DEBUSSY (1862 – 1918) – Prelúdio ao Entardecer de um Fauno

Esta obra foi tocada pela primeira vez em Paris em 1894, sob a direcção de Gustave Doret. Para a compor Debussy inspirou-se num poema de Stéphane Mallarmé.  Debussy deu preferência a compor peças para conjuntos mais pequenos, marcando uma viragem

RICHARD WAGNER (1813 – 1883): Tristão e Isolda – Prelúdio e Liebestod

    A interpretação apresentada é pela Chicago Symphony Orchestra, dirigida por  Georg Solti. Obrigado ao youtube e a Djangoman1963. A estreia da ópera foi em 1865, em Munique, sob a direcção de Hans von Bülow. O libreto foi escrito

GIUSEPPE VERDI – Rigoletto: Cortigiani, vil razza dannata

  A ópera Rigoletto inspirou-se em Le Roi S’Amuse, de Vítor Hugo. O libreto foi escrito por Francesco Maria Piave. A estreia ocorreu em 1851. Verdi sofreu perseguições por causa desta obra, por parte dos austríacos que então ainda dominavam

JOHANN STRAUSS II (1825 – 1899) – O Danúbio Azul

  Trata-se de uma interpretação executada durante um concerto de Ano Novo em Viena. A obra foi apresentada pela primeira vez em 1866. A sua popularidade é tal que é considerada como um hino não oficial da Austria.  Stanley Kubrick

Robert Schumann (1810 – 1856) – Concerto para piano opus 54 – Allegro affetuoso

A interpretação é de Arthur Rubinstein (1887 – 1982), um dos maiores intérpretes de Schumann de sempre.

HECTOR BERLIOZ, SINFONIA FANTÁSTICA, V Movimento – Sonho de uma noite de Sabá.

Terá sido Théophile Gautier quem declarou que Berlioz, conjuntamente com Victor Hugo e Eugène Delacroix simbolizam o Romantismo em França. A Sinfonia Fantástica foi tocada pela primeira vez em 1830, sendo o nome oficial para Episódio da Vida de um

Ludwig van Beethoven (1770 – 1827) – Para Elisa

Não se poderá incluir talvez entre as obras maiores de Beethoven. Há até quem discuta a sua autoria. Também há dúvidas sobre a quem teria sido dedicada. Mas é uma das músicas mais significativas da Era Romântica. Beethoven foi sem