L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXXV

  Epílogo É em púrpura e ouro que os crepúsculos se tecem, o sangue do ocaso é um ser mutante … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXXIV

O poeta antonio machado ajuda à conclusão Já passou para mim a pior hora e no pouco tempo que me … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXXIII

  O debuxante regressa Hoje nada bem me sinto, pois talvez tenha comido algo que no estômago mal me caiu. … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXXII

  Do olimpo chega uma resposta No olimpo, os deuses estão atarefados, muito mais do que aos mortais parece – … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXXI

  Mas o sonho do debuxante muda – no convés é interrogado por um meirinho Para que queres un mapa, … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXX

  A espera Pela noite vou esperando, ansioso, que o sono me restitua o sonho. A gente que me habita … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXIX

A tripulação vai saindo da névoa Vejo gente sem rosto na coberta, saem da névoa e as feições vou dando, … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXVIII

A viagem Na coberta o céu sem estrelas observo, o olhar trespassa do nevoeiro a capa e só há frio … More