L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXVII

A sereia canta e segura o leme O barco é uma mosca presa na malha da rede de uma aranha … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXVI

  Orientação Deitei os instrumentos pela amurada oriento-me pelo canto da sereia e pelo clarão cegante da madrugada. Olho o … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXV

A nave zarpa Estou ainda à mesa da locanda, a vela derretendo diz-me que é tarde. Soaram as completas, o … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXIV

Mãos à obra Ora então vamos lá debuxar um mapa que, embora falso, faça algum sentido: aqui o mare nostrum … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXIII

Uma oportuna dúvida filosófica Da mentira, talvez se possa dizer que é a verdade que se desejava, e que teimosa, … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXII

Lenine e santo agostinho em rota de colisão Os meus mapas mentem, não o nego, mas há circunstâncias atenuantes e … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XXI

  Onde se fala das cantigas de santa maria Aconselhava afonso décimo, o rei sábio, a conhecer o mar que … More

L’atles il·luminat. Manual de poemonàutica, de Carlos Loures en traducció de Josep A. Vidal – XX

  Sobre o vinho que o diabo produz Expulso da locanda, una madrugada no pórtico da sé me recolhí, adormecendo. … More