Posts Tagged: rua

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (328)

NO TEMPO EM QUE AINDA SE SAÍA À RUA     No tempo em que ainda se podia sair à rua, ninguém sabia o quanto isso era bom. Só apreciamos o que nos falta. As tarefas mais enfadonhas são hoje

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (169)

O SEMINÁRIO DOS MENINOS DESAMPARADOS O Centro Juvenil de Campanhã fica na Rua Pinheiro de Campanhã, ali na esquina com a Rua de Bonjóia, mas já teve outros nomes e esteve noutros lugares.   Fundado em 6 de Janeiro de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (129)

O MERCADO DE SÃO SEBASTIÃO O Porto é uma cidade para ser percorrida a pé, caminhando, caminhando, e os seus encantos são muitos, publicitados em reportagens, em livros, em sites e em blogues. Andando pelas ruas da zona histórica, observando,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (127)

  A ORDEM DOS MÍNIMOS E A CAPELA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA A Ordem dos Mínimos é uma ordem religiosa católica, do tipo mendicante, e desde o começo da sua existência precisou, como qualquer outra sociedade humana, de uma

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (122)

A RUA DOS PRAZERES   Ao passear pela cidade, seja qual for a freguesia, encontramos muitas vezes nomes bem curiosos. Foi o caso deste meu passeio pela Foz do Douro. Dirijo os meus passos pelos Pinhais da Foz em direcção

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (114)

UMA NOVA RUA NA CIDADE MAIS UMA OPORTUNIDADE PARA FAZER BEM (2) A 23 de Abril de 2015, escrevi (aqui) sobre este novo arruamento que agora, já aberto ao trânsito, une os bairros da Pasteleira e de Pinheiro Torres. Vários

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (89)

UMA ÁRVORE EM CADA RUA Individualmente, em alamedas ou em maciços, as árvores trazem-nos cores, cheiros, um pouco de humidade fresca, e inundam-nos e preenchem-nos de sensações por vezes inimagináveis. Algumas, pelas suas características peculiares (idade, porte, estrutura, raridade, história

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (89)

UMA ÁRVORE EM CADA RUA Individualmente, em alamedas ou em maciços, as árvores trazem-nos cores, cheiros, um pouco de humidade fresca, e inundam-nos e preenchem-nos de sensações por vezes inimagináveis. Algumas, pelas suas características peculiares (idade, porte, estrutura, raridade, história