Em jeito de conclusão: Considerações à volta de algumas razões que levaram ao desastre e à farsa das eleições presidenciais … More
Etiqueta: economia
3. “Viva a crise!”, Uma fábula de trinta anos – Parte I
(In Regards.fr, 21/02/2014)
De direita ou esquerda, as políticas antigas já não funcionam mesmo. “As receitas políticas já não funcionam ”, diz-nos Montand, que repetirá com ar mais grave : “As pessoas de condição modesta (…) sentem muito bem que não são as ideologias, quaisquer que elas sejam, que podem resolver os seus problemas, sabem muito bem que as ideologias são uma brincadeira, Deus seja louvado, as pessoas começam a compreendê-lo muito bem. ”
De uma crise a outra, dos anos de Mitterrand aos anos de Hollande, da tragédia de outrora à farsa de agora. Em jeito de conclusão: Considerações à volta de algumas razões que levaram ao desastre e à farsa das eleições presidenciais em França, por Júlio Marques Mota (1ª parte)
Em jeito de conclusão: Considerações à volta de algumas razões que levaram ao desastre e à farsa das eleições presidenciais … More
2. No dia 22 Fevereiro de 1984, Yves Montand grita: “Viva a Crise!” – 2ª Parte
(David Doucet et Vincent Glad, 27/02/2014)
“Depois de ter militado muito à esquerda, Montand tinha virado as costas aos seus primeiros amores, explica Pascale Breugnot. Estava um pouco desencantado. Considerava que a forma como as coisas tinham evoluído na URSS tinha mostrado o malogro do socialismo e o interesse, depois, de se virar para novas trajetórias como o liberalismo.”
De uma crise a outra, dos anos de Mitterrand aos anos de Hollande, da tragédia de outrora à farsa de agora. 4ª Parte: Os tempos do declínio de Hollande, os da farsa, os da transmissão do poder. Texto 4.12 – Da natureza do fascismo e do recurso ao argumento moral, por Claude Rochet
Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 4ª Parte: Os tempos do declínio de Hollande, os da farsa, os da … More
2. No dia 22 Fevereiro de 1984, Yves Montand grita: “Viva a Crise!” – 1ª Parte
(David Doucet et Vincent Glad, 27/02/2014)
Crise, desemprego, encerramento de fábricas, subida da Frente Nacional. A França de 1984 assemelha-se furiosamente à de 2014. Três anos antes, na vaga criada por dois choques petrolíferos que puseram violentamente fim “aos Trinta Gloriosos”, François Mitterrand tinha sido eleito na base da sua promessa de “mudar a vida”.
De uma crise a outra, dos anos de Mitterrand aos anos de Hollande, da tragédia de outrora à farsa de agora. 4ª Parte: Os tempos do declínio de Hollande, os da farsa, os da transmissão do poder. Texto 4.11 – Édouard Louis: «As razões que levam o meu pai a votar Frente Nacional “, por Arthur Dubois
Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 4ª Parte: Os tempos do declínio de Hollande, os da farsa, os da … More
1. No dia 22 Fevereiro de 1984 : Antenne 2 criou o acontecimento “Viva a crise!”
(Sophie Bourdais, YTelerama, 2 février 1984)
Acham tudo isto deprimente? Estão errados, se assim pensam. A melhor parte da emissão, é a última, intitulado “A crise? Viva a crise! ” E Michel Albert compara a situação da França a um parto, onde “o que está sujo e que mete medo” (re-re-re-sic) não nos poderá fazer esquecer o milagre que é o nascimento.
