Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 6º Texto – Itália: Ficar para trás

(The Economist, 2 de Fevereiro de 2019)

Se a Comissão Europeia decidir que a Itália infringiu as suas regras orçamentais, qualquer despesa adicional provocará uma nova discussão, acrescentará uma nova linha de tensão. E o episódio do ano passado mostrou que os grandes planos de gastos podem ser autodestrutivos se os mercados financeiros ficarem assustados. O governo da Itália precisaria convencer tanto Bruxelas quanto os investidores de que a despesa publica adicional pretendida ajudaria a economia a crescer. Até lá, a Itália continuará a cambalear.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 5º Texto – Itália: O orçamento da Itália não é tão louco como parece

(Ashoka  Mody, 26 de Outubro de 2018)

Os líderes europeus criticaram duramente a Itália pelos seus planos de aumentar as despesas com o objetivo de estimular o crescimento e ajudar os pobres. O que eles não reconhecem é que um pequeno estímulo pode ser exatamente o que a economia italiana precisa.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 4º Texto – Itália: Deixem a Itália em paz

(Dr. Michael Ivanovitch, 14 de Outubro de 2018)

Privada de uma política monetária independente para gerir a procura e o emprego, a Itália inverteu ligeiramente a sua orientação orçamental restritiva, a fim de prestar algum apoio à atividade económica e evitar o que claramente parece ser uma desaceleração cíclica incipiente de amplitude e duração desconhecidas.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 3º Texto – Itália: É na Itália que se joga o futuro da Europa

(Denis Collin, 12 de Outubro de 2018)

Hoje, o ponto crucial não é a “natureza” do governo italiano, mas o facto de ter praticado, pela primeira vez, uma dinâmica de questionamento concreto e imediato sobre os grilhões da União Europeia.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 2º Texto – Itália: O fim do euro está mais próximo do que se poderia pensar

(Avi Tiomkin,  Novembro de 2018)

Draghi foi saudado nos últimos anos como o homem que salvou a Europa. Mas a política monetária e a austeridade impostas à maioria dos europeus revelaram-se desastrosas, resultando em turbulência sociopolítica e níveis severos de desigualdade económica. O euro, afinal, era o problema, não a solução.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 1º Texto – Itália: Notas sobre a Itália

(Henri Temple, Revista Causeur)

Os responsáveis financeiros – e Bruxelas – falam constantemente do conceito de “reforma estrutural”. Para eles, estas são apenas as medidas orçamentais para aumentar os impostos e reduzir as despesas, incluindo o investimento público e as prestações sociais. Por conseguinte, confundem, voluntariamente ou não, a estrutura do orçamento e a estrutura  de uma economia.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte IX

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Referências Bibliográficas

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VIII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Até à data, o Governo alemão tem resistido a todas as exigências de uma redução substancial dos excedentes de exportação excessivos — e a Comissão ainda não optou por iniciar as medidas corretivas que estão disponíveis ao abrigo do atual Procedimento relativo aos Desequilíbrios. Além disso, não há propostas na atual agenda europeia para um regime simétrico do euro que conduza à convergência na zona euro, exigindo ajustamentos estruturais correspondentes nas economias políticas do Norte. A relutância da Comissão em desafiar a posição alemã é amplamente atribuída a considerações de viabilidade política, e a obstinação do governo parece ser totalmente explicada pelo interesse económico próprio, combinado com o seu poder de negociação assimétrico nas interações europeias (Iversen, Soskice e Hope 2016).