Desafios para a política monetária: em torno do Simpósio de Jackson Hole, em torno de grandes temas que afligem o mundo, hoje – 2. Banqueiros centrais repensam tudo em Jackson Hole. Por Brendan Greeley

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 2. Banqueiros centrais repensam tudo em Jackson Hole Os políticos debatem uma mudança … More

Desafios para a política monetária: em torno do Simpósio de Jackson Hole, em torno de grandes temas que afligem o mundo, hoje – 1. O difícil equilíbrio de Powell em Jackson Hole. Por Mohamed A. El-Erian

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota 1. O difícil equilíbrio de Powell em Jackson Hole O discurso do presidente … More

Desafios para a política monetária: em torno do Simpósio de Jackson Hole, em torno de grandes temas que afligem o mundo, hoje – Introdução, por Júlio Marques Mota

Desafios para a política monetária: em torno do Simpósio de Jackson Hole, em torno de grandes temas que afligem o … More

Os problemas da ordem monetária global são mais profundos do que Trump. Por Claire Jones

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Os problemas da ordem monetária global são mais profundos do que Trump  Por … More

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 12º Texto: A política monetária esgotou-se

(Martin Wolf, Abril de 2019)

Porque é que as taxas de juro são tão baixas? A hipótese de “estagnação secular” ajuda a explicá-la? O que é que essas taxas de juro baixas implicam para a provável eficácia da política monetária durante outra recessão? Que outras políticas poderiam ser tentadas, seja como alternativa à política monetária ou como forma de torná-la mais eficaz? Estas são as questões mais importantes na macroeconomia. São também extremamente controversas.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 13. Joseph Stiglitz : « Será talvez necessário abandonar o euro para salvar o projeto europeu »

(Entrevista a Joseph Stiglitz por Benoit GEORGES, 16/09/2016)

Normalmente, existem várias formas de responder a uma crise: baixam-se as taxas de câmbio, baixam-se as taxas de juro, diferentes países podem agir de forma diferente. Com a moeda única, estes mecanismos foram suprimidos. E nada foi posto em prática. Ao fazê-lo, a Europa está de mãos atadas: não se pode utilizar taxas de câmbio, instrumentos de política monetária, fiscalidade… porque se tem de limitar os défices a 3% do PIB. Todos os instrumentos de ajustamento foram suprimidos. E, pior ainda, não foram criadas as instituições necessárias.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 12. Como a governação da zona euro alarga as diferenças de riqueza entre os países europeus

(Jérémy Giraud, 4 de Novembro de 2018)

O euro forte permite à Alemanha exportar seus veículos, máquinas-ferramentas e produtos químicos a preços mais altos para mercados que são relativamente menos sensíveis aos preços do que os mercados de exportação de empresas francesas, italianas ou espanholas. Ao mesmo tempo, o euro forte tornou as indústrias dos países do Sul mais precárias ao reduzir a sua competitividade pelos  preços, reforçando assim a polarização industrial da Europa em torno do eixo do Reno.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 11. O euro já tem 20 anos: a zona euro está condenada ao sucesso.

(Martin Wolf, 27 de Janeiro de 2019)

Em segundo lugar, como é que o euro se tem comportado? Obviamente, sobreviveu, apesar dos grandes choques e das divisões dolorosas. Fê-lo porque os custos da dissolução, ou mesmo da partida de membros individuais, parecem aterradores. Fê-lo também porque, no fundo das crises, os decisores políticos fizeram o suficiente para o manter vivo.