Posts Tagged: serviços públicos

A CRISE DO COVID 19 E A INCAPACIDADE DAS SOCIEDADES NEOLIBERAIS EM LHE DAREM RESPOSTA – VII – O ESTADO DESMANTELADO ENFRENTA UMA PANDEMIA, por ALEX PAREENE

  The Dismantled State Takes on a Pandemic, por Alex Pareene The New Republic, 12 de Março de 2020, (ver aqui) Selecção e tradução de Júlio Marques Mota     O discurso televisivo de Donald Trump à nação na quarta-feira

A VERDADE SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA O SNS, O ACESSO CADA VEZ MAIS DIFÍCIL A SERVIÇOS DE SAÚDE PELOS PORTUGUESES, E O ESTRANGULAMENTO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS, DE QUE É EXEMPLO A SITUAÇÃO NA ADSE, MOTIVADO PELA OBSESSÃO DE REDUZIR RAPIDAMENTE O DÉFICE A ZERO PARA “BRILHAR” EM BRUXELAS – por EUGÉNIO ROSA

AS TRANSFERÊNCIAS DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE CONTINUARAM A SER MUITO INFERIORES À SUA DESPESA COM O ATUAL GOVERNO DURANTE O ATUAL GOVERNO A PARCELA DE RIQUEZA CRIADA NO PAÍS TRANSFERIDA PELO ORÇAMENTO DO ESTADO

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

O envelhecimento não é o principal fator determinante das mudanças estruturais nas despesas de saúde: a proporção de idosos na população e o aumento da esperança de vida desempenham um pequeno papel.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

ASSOCIAÇÃO DE COMBATE À PRECARIEDADE – PRECÁRIOS INFLEXÍVEIS – 3 PARTIDOS FORAM ALÉM DA TROIKA. ADIVINHA QUAIS?

25 de Junho de 2017 Um estudo de investigadores da Universidade Nova de Lisboa, publicado recentemente em revistas científicas veio confirmar o que já muitos sabiam. As medidas de desagregação dos serviços públicos e dos direitos laborais não foram só

ASSOCIAÇÃO DE COMBATE À PRECARIEDADE – PRECÁRIOS INFLEXÍVEIS – AS PERVERSIDADES DO CETA 4: A SUBJUGAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS AO INTERESSE PRIVADO E OS CONSEQUENTES PERIGOS PARA A SAÚDE E SEGURANÇA ALIMENTAR

15 de Fevereiro de 2017 As perversidades do CETA 4: A subjugação dos serviços públicos ao interesse privado e os consequentes perigos para a saúde e segurança alimentar | Associação de Combate à Precariedade – Precários Inflexíveis  Os serviços públicos

DO FILME “EU, DANIEL BLAKE” À MENTIRA INSTITUCIONALIZADA QUE NOS É IMPINGIDA A PARTIR DAS INSTITUIÇÕES QUE (DES) GOVERNAM O MUNDO – UMA SÉRIE DE TRÊS ARTIGOS por JÚLIO MARQUES MOTA – 2. A MENTIRA DAS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS – UMA FICÇÃO SEM QUALIDADE – III

Revisão de Francisco Tavares Artigo Segundo. A mentira das Instituições Europeias – uma ficção sem qualidade (CONCLUSÃO) … Mostra-nos o texto que temos vindo a seguir, assim como a COM citada da União Europeia os seguintes quadros abaixo reproduzidos, respetivamente.

DO FILME “EU, DANIEL BLAKE” À MENTIRA INSTITUCIONALIZADA QUE NOS É IMPINGIDA A PARTIR DAS INSTITUIÇÕES QUE (DES) GOVERNAM O MUNDO – UMA SÉRIE DE TRÊS ARTIGOS por JÚLIO MARQUES MOTA – 2. A MENTIRA DAS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS – UMA FICÇÃO SEM QUALIDADE – II

Revisão de Francisco Tavares Artigo Segundo. A mentira das Instituições Europeias – uma ficção sem qualidade (continuação) … Diz-nos a Comunicação da UE: “A situação atual é sub-otimal em pelo menos dois aspetos. Em primeiro lugar, de acordo com os

DO FILME “EU, DANIEL BLAKE” À MENTIRA INSTITUCIONALIZADA QUE NOS É IMPINGIDA A PARTIR DAS INSTITUIÇÕES QUE (DES) GOVERNAM O MUNDO – UMA SÉRIE DE TRÊS ARTIGOS por JÚLIO MARQUES MOTA – 2. A MENTIRA DAS INSTITUIÇÕES EUROPEIAS – UMA FICÇÃO SEM QUALIDADE – I

Revisão de Francisco Tavares Artigo Segundo. A mentira das Instituições Europeias – uma ficção sem qualidade Tudo isto a propósito do filme de Ken Loach, tudo isto também a propósito de uma série de textos recentemente produzidos pelas Instituições Internacionais

DO FILME “EU, DANIEL BLAKE” À MENTIRA INSTITUCIONALIZADA QUE NOS É IMPINGIDA A PARTIR DAS INSTITUIÇÕES QUE (DES) GOVERNAM O MUNDO – UMA SÉRIE DE TRÊS ARTIGOS por JÚLIO MARQUES MOTA – 1. REFLEXÕES EM TORNO DE DANIEL BLAKE.

Revisão de Francisco Tavares Artigo Primeiro. Reflexões em torno de Daniel Blake Hoje estou triste, muito triste. Fui ver o filme de Ken Loach, Eu Daniel Blake, com a minha neta, filha de alguém que desempregada e com dois filhos não

A DEGRADAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS PRESTADOS À POPULAÇÃO EM PORTUGAL – por EUGÉNIO ROSA – II

CORTE NAS DESPESAS COM PESSOAL, E AUMENTO NAS DESPESAS COM JUROS O quadro 2, construído com dados constantes dos Relatórios que acompanham os Orçamentos do Estado do período 2011-2015 mostra a dimensão dos cortes que o governo e “troika” fizeram