Posts Tagged: antero de quental

EDITORIAL – HOJE, 11 DE SETEMBRO DE 2016

No dia 11 de Setembro, como aliás nos outros dias do ano, registaram-se muitos acontecimentos, uns mais importantes, outros menos, sobre os quais se podem tecer as mais variadas opiniões. Permitimo-nos dizer que sobre este dia, o facto mais recordado,

EXPOSIÇÃO “A QUESTÃO DO SOM SENSO E BOM GOSTO” NA BIBLIOTECA NACIONAL ATÉ DIA 2 DE OUTUBRO

A questão do Bom senso e bom gosto é a exposição patente desde o dia  10 de Agosto e que irá até ao dia  2 de Outubro, na  Sala de Referência, com entrada livre A Questão Coimbrã, nome pelo qual a

NESTE DIA… Em 1842 nasceu Antero de Quental

SÓ MALES SÃO REAIS, SÓ DOR EXISTE. PRAZERES, SÓ OS GERA A FANTASIA.. Esta cronologia é extraída da biografia de Antero de quental publicada em VIDAS LUSÓFONAS – Para ler esse biografia na íntegra clique http://www.vidaslusofonas.pt/antero_de_quental.htm 1842 – 1891 1842:

PALAVRAS DUM CERTO MORTO, de ANTERO DE QUENTAL

  PALAVRAS DUM CERTO MORTO, de ANTERO DE QUENTAL       Há mil anos, e mais, que aqui estou morto, Posto sobre um rochedo à chuva e ao vento: Não há como eu espectro macilento, Nem mais disforme que

NO CIRCO, DE ANTERO DE QUENTAL – tradução italiana de SIMONETTA MASIN

  NO CIRCO, DE ANTERO DE QUENTAL     a João de Deus       Muito longe daqui, nem eu sei quando, Nem onde era esse mundo, em que eu vivia… Mas tão longe… que até dizer podia Que

NIRVANA, de ANTERO DE QUENTAL – tradução italiana de SIMONETTA MASIN

    NIRVANA, de ANTERO DE QUENTAL   A Guerra Junqueiro   Para além do Universo luminoso, Cheio de formas, de rumor, de lida, De forças, de desejos e de vida, Abre-se como um vácuo tenebroso…     A onda

DAS UNNENNBARE, de ANTERO DE QUENTAL

    DAS UNNENNBARE, de ANTERO DE QUENTAL     Oh quimera, que passas embalada Na onda dos meus sonhos dolorosos, E roças co’os vestidos vaporosos A minha fronte pálida e cansada!   Leva-te o ar da noite sossegada… Pergunto

TORMENTO DO IDEAL, de ANTERO DE QUENTAL

    Conheci a Beleza que não morre E fiquei triste. Como quem da serra Mais alta que haja, olhando aos pés a terra E o mar, vê tudo, a maior nau ou torre,   Minguar, fundir-se sob a luz

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (28)

  Quando atravessamos uma praça, percorremos uma rua ou dobramos uma qualquer esquina, raramente nos lembramos que o nome que ostentam tem a ver com uma qualquer personagem ou um qualquer facto da nossa história, sejam eles recentes ou antigos.

ANTERO DE QUENTAL – 3 – Histórias de Suicídios Famosos em Portugal – por José Brandão

(Continuação) O desafio parece inumano, por isso não é de estranhar a tibieza manifestada nos dois primeiros versos desta segunda quadra. É apenas um momento mais de desalento, como tantos da sua vida. Entretanto, parece avistar, lá longe, o objecto

ANTERO DE QUENTAL – 2 – Histórias de Suicídios Famosos em Portugal – por José Brandão

(Continuação)  De regresso a Lisboa, colaborou com José Fontana na elaboração de associações operárias e, ao mesmo tempo, dedicou-se à intervenção revolucionária escrevendo folhetos propagandísticos e artigos para a imprensa. Fundou, em 1872, a secção portuguesa da Associação Internacional dos

ANTERO DE QUENTAL – 1 – Histórias de Suicídios Famosos em Portugal – por José Brandão

Antero Tarquínio de Quental (1842-1891)  Poeta e pensador português, natural de Ponta Delgada. Nascido a 18 de Abril de 1842, Antero recebeu uma esmerada educação religiosa, ao ponto de ter planeado tornar-se sacerdote, o que, a verificar-se, não seria caso

POESIA AO AMANHECER – 180 – por Manuel Simões

ANTERO DE QUENTAL (1842 – 1891) A UM POETA “Surge et ambula” Tu que dormes, espírito sereno, posto à sombra dos cedros seculares, como um levita à sombra dos altares, longe da luta e do fragor terreno, Acorda! é tempo!