(Denis Collin, 12 de Outubro de 2018)
Hoje, o ponto crucial não é a “natureza” do governo italiano, mas o facto de ter praticado, pela primeira vez, uma dinâmica de questionamento concreto e imediato sobre os grilhões da União Europeia.
A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
(Denis Collin, 12 de Outubro de 2018)
Hoje, o ponto crucial não é a “natureza” do governo italiano, mas o facto de ter praticado, pela primeira vez, uma dinâmica de questionamento concreto e imediato sobre os grilhões da União Europeia.
Seleção e tradução de Francisco Tavares Como o euro ajudou a Alemanha a evitar tornar-se como o Japão Berlim deveria … More
(Avi Tiomkin, Novembro de 2018)
Draghi foi saudado nos últimos anos como o homem que salvou a Europa. Mas a política monetária e a austeridade impostas à maioria dos europeus revelaram-se desastrosas, resultando em turbulência sociopolítica e níveis severos de desigualdade económica. O euro, afinal, era o problema, não a solução.
(Henri Temple, Revista Causeur)
Os responsáveis financeiros – e Bruxelas – falam constantemente do conceito de “reforma estrutural”. Para eles, estas são apenas as medidas orçamentais para aumentar os impostos e reduzir as despesas, incluindo o investimento público e as prestações sociais. Por conseguinte, confundem, voluntariamente ou não, a estrutura do orçamento e a estrutura de uma economia.
Seleção e tradução de Francisco Tavares O Problema Alemão Por Heiner Flassbeck Editado por em 4 de outubro de … More
(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)
Referências Bibliográficas
(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)
Até à data, o Governo alemão tem resistido a todas as exigências de uma redução substancial dos excedentes de exportação excessivos — e a Comissão ainda não optou por iniciar as medidas corretivas que estão disponíveis ao abrigo do atual Procedimento relativo aos Desequilíbrios. Além disso, não há propostas na atual agenda europeia para um regime simétrico do euro que conduza à convergência na zona euro, exigindo ajustamentos estruturais correspondentes nas economias políticas do Norte. A relutância da Comissão em desafiar a posição alemã é amplamente atribuída a considerações de viabilidade política, e a obstinação do governo parece ser totalmente explicada pelo interesse económico próprio, combinado com o seu poder de negociação assimétrico nas interações europeias (Iversen, Soskice e Hope 2016).
(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)
Por conseguinte, é legítimo perguntar por que razão a Comissão não reclassificou a Alemanha como estando numa situação de “desequilíbrios macroeconómicos excessivos” – o que, em princípio, poderia também permitir ativar a “vertente corretiva” do procedimento relativo aos desequilíbrios? Uma explicação pode ser o poder de negociação alemão. Mas também se pode perguntar se um governo alemão mais conforme teria a capacidade de eliminar o excedente comercial, ou se uma Comissão Europeia mais corajosa poderia especificar e aplicar medidas corretivas que permitiriam uma convergência simétrica da economia alemã para a média da área do euro.