Posts Tagged: globalização

DA DESTRUIÇÃO DE ESTÁTUAS AOS FOCOS DE INFECÇÃO DA COVID – UMA REFLEXÃO SOBRE AS TRAJECTÓRIAS DA NOSSA JUVENTUDE – COVID-19 VAI ATINGIR DURAMENTE OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO – por MARTIN WOLF

  Covid 19 will hit developing countries hard, por Martin Wolf Finantial Times, 9 de Junho de 2020 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota    A permanência das perdas causadas pela pandemia depende do tamanho das cicatrizes   “A

FRATERNIZAR – QUE GLOBALIZAÇÃO? A DO DINHEIRO OU A DA CULTURA E DO CUIDADO? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

    Somos já terceiro milénio, mas só no dizer dos calendários e dos relógios que criamos para contabilizar e cronometrar o Tempo. Sem percebemos que os calendários e os relógios que criamos não são o Tempo. Se tivéssemos já

CRISE DO COVID 19 E A INCAPACIDADE DAS SOCIEDADES NEOLIBERAIS EM LHE DAREM RESPOSTA – XXXVI – CORONAVÍRUS REVELA A EXTREMA FRAGILIDADE DA GLOBALIZAÇÃO NEOLIBERAL, por JEAN GADREY

  Le coronavirus révèle l’extrême fragilité de la mondialisation néolibérale, por Jean Gadrey Reporterre. le quotidien d’écologie, 13 de Março de 2020 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota     Um colapso financeiro devido ao coronavírus é altamente provável.

CRISE DO COVID 19 E A INCAPACIDADE DAS SOCIEDADES NEOLIBERAIS EM LHE DAREM RESPOSTA – XXVI – A EPIDEMIA ESTÁ A ASSOLAR TODA A GENTE, ATÉ A DÍVIDA GLOBAL, por VICENZO COMITO

  L’epidemia travolge tutti, anche il debito globale, de Vincenzo Comito Sbilanciamoci!, 16 de março de 2020 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota   A propagação do coronavírus está destinada a perturbar a ordem económica, financeira e geopolítica internacional.

CARTA DE BARCELONA – Despropòsits i propòsits d’un món mal encarrilat – por JOSEP A. VIDAL

    Probablement n’hi ha prou amb l’evidència per constatar la incapacitat de les institucions polítiques, de qualsevol abast, nacional o internacional, i en qualsevol terreny pràctic, ideològic o axiològic, per fer cara amb solvència als reptes que, en el

UM DESAFIO: A SALVAGUARDA DA UNIDADE DA FAMÍLIA HUMANA, por LEONARDO BOFF

  leonardoboff.com, 3 de Outubro de 2019   Há o risco real de que a família humana seja bifurcada, entre aqueles que se beneficiam dos avanços tecnológicos, da biotecnologia e nanotecnologia e dispõem de todos os meios possíveis de vida

Facebook entra em águas perigosas com a criptomoeda Libra. Por Martin Wolf

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota   Um amigo meu uma vez, já lá vão cerca de três anos, disse-me que esperava que o mundo normalizasse economicamente quando se acabasse com a manipulação do valor das moedas pelos Estados

“O que penso ser necessário saber sobre o Bitcoin” e “A moeda criada por Amazon ou Facebook irá ela destruir os Estados?” Por Jean Claude Werrebrouck

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota   Um amigo meu uma vez, já lá vão cerca de três anos, disse-me que esperava que o mundo normalizasse economicamente quando se acabasse com a manipulação do valor das moedas pelos Estados

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações

( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)

Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em  Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é  inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado  a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações

( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)

Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em  Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é  inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado  a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental

(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)

O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental

(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)

O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A Europa, peça central no declínio do Ocidente – O afogamento do Ocidente na finança

(Jean Claude Werrebrouck, 1 de Abril de 2019)

E quando o Ocidente fica atolado num mar de liquidez para: salvar os seus bancos, acelerar fusões e aquisições sem investimentos e, portanto, sem crescimento além da reavaliação de ativos, para permitir recompras ilimitadas de ações, etc.; a China, equipada com um Estado forte, transforma as suas economias em investimentos reais, que amanhã abanarão os restos do que foi a glória do Ocidente.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A Europa, peça central no declínio do Ocidente – O afogamento do Ocidente na finança

(Jean Claude Werrebrouck, 1 de Abril de 2019)

E quando o Ocidente fica atolado num mar de liquidez para: salvar os seus bancos, acelerar fusões e aquisições sem investimentos e, portanto, sem crescimento além da reavaliação de ativos, para permitir recompras ilimitadas de ações, etc.; a China, equipada com um Estado forte, transforma as suas economias em investimentos reais, que amanhã abanarão os restos do que foi a glória do Ocidente.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 2º Texto – Os Coletes Amarelos pedem respeito, o poder responde-lhes pelo insulto

(Entrevista a Christophe GuilluyDaoud Boughezala, Elisabeth Lévy e Gil Mihaely) (Dezembro de 2018)

A divisão entre a elite e o povo está a aumentar. Nunca na história estes dois mundos foram tão estranhos um ao outro.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 4. Porque é que o euro falhou

( Ashoka Moya, 3 de Setembro de 2018)

A falha essencial da moeda única era elementar. Ao renunciarem às suas moedas nacionais, os membros da zona euro perderam importantes alavancas políticas. Se um país membro entrasse em recessão, não teria uma moeda que pudesse desvalorizar para que as suas empresas pudessem vender no estrangeiro a preços mais baixos em dólares  americanos, a fim de aumentar as exportações e o emprego. O país membro também não teria um banco central que pudesse reduzir as suas taxas de juros para incentivar a despesa internamente  e estimular o crescimento.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 4. Porque é que o euro falhou

( Ashoka Moya, 3 de Setembro de 2018)

A falha essencial da moeda única era elementar. Ao renunciarem às suas moedas nacionais, os membros da zona euro perderam importantes alavancas políticas. Se um país membro entrasse em recessão, não teria uma moeda que pudesse desvalorizar para que as suas empresas pudessem vender no estrangeiro a preços mais baixos em dólares  americanos, a fim de aumentar as exportações e o emprego. O país membro também não teria um banco central que pudesse reduzir as suas taxas de juros para incentivar a despesa internamente  e estimular o crescimento.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 3. A zona euro tem 20 anos – Parte II

( Jacques Sapir, 1 de Janeiro de 2019)

O fracasso da zona euro é agora evidente para a grande maioria dos observadores. Este fracasso conduz os países da zona euro à sua perda, mas, para além disso, tem um impacto significativo na economia internacional. O facto de o Euro condenar um grupo de países a um baixo crescimento tem consequências importantes para o resto do mundo. É por isso que a dissolução da zona euro parece ser agora uma prioridade absoluta.

Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 3. A zona euro tem 20 anos – Parte II

( Jacques Sapir, 1 de Janeiro de 2019)

O fracasso da zona euro é agora evidente para a grande maioria dos observadores. Este fracasso conduz os países da zona euro à sua perda, mas, para além disso, tem um impacto significativo na economia internacional. O facto de o Euro condenar um grupo de países a um baixo crescimento tem consequências importantes para o resto do mundo. É por isso que a dissolução da zona euro parece ser agora uma prioridade absoluta.