(Por David Cayla — 09/06/2017)
Se o capitalismo francês sofre de alguma coisa não é certamente de demasiado diálogo social. Pode-se, a esse respeito, recordar que as empresas industriais alemãs devem precisamente uma parte dos seus desempenhos ao seu modelo cogestão que dá largos poderes aos sindicatos, o que obriga os empregadores a negociar com os representante do pessoal a maior parte das suas decisões estratégicas.
