A GALIZA COMO TAREFA – sentimentalidades – Ernesto V. Souza

Suponho que a gente aí vai sabendo que na Galiza continuamos a debater a respeito da formalização da língua. O … More

A Galiza como tarefa – perspetiva – Ernesto V. Souza

Desculpem que ultimamente escreva menos e não me concentre. Acontecem cousas na vida que desalentam, e mais quando o contexto … More

A GALIZA COMO TAREFA – máscaras – Ernesto V. Souza

Ano de crises, mas por muito que sejam omnipresentes, é também um ano de máscaras fora. Não lembro nenhum dito … More

A GALIZA COMO TAREFA – interposição – Ernesto V. Souza

Vieram dar nas minhas mãos, ou por melhor dizer, diante dos meus olhos no ecrã, uma série de artigos a … More

A GALIZA COMO TAREFA – cenários – Ernesto V. Souza

Cativaram sempre a minha atenção as prateleiras com livros. Aquelas próximas ou domésticas, nos gabinetes privados de trabalho e nas … More

A GALIZA COMO TAREFA – leituras soltas – Ernesto V. Souza

Domingo de agosto, aproveitando a fresca da manhã cebo um mate e contemplo um bocadinho perplexo, sem mui bem saber … More

A GALIZA COMO TAREFA – tempo tardade – Ernesto V. Souza

Justo rematara de reler Os Caminhos da Vida (na edição de capa dura das Completas incompletas de Galáxia do 78) … More

A GALIZA COMO TAREFA – abaladiço – Ernesto V. Souza

Se lembrarem, no Auto da Lusitânia intercalado com o entremez Todo-o-Mundo e Ninguém, de 1532, decorre este pequeno diálogo de … More