(Arthur Goldhammer, 09 de Janeiro de 2019)
Tem sido frequentemente observado que a UE evolui de forma impulsiva. O impulso da geração do pós-guerra, da geração de Maastricht, da geração que trouxe o Mercado Único e a livre circulação de capitais, bens e pessoas, está agora esgotada. A geração mais jovem que a irá substituir ainda não descobriu para onde quer ir. Enquanto assim for, a Europa permanecerá num impasse, numa situação de desconforto entre as celebrações da paz que a União Europeia se considera ter alcançado e os conflitos que as suas contradições internas estão hoje a incitar.
