Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 16. O Inverno do descontentamento europeu

(Arthur Goldhammer, 09 de Janeiro de 2019)

Tem sido frequentemente observado que a UE evolui de forma impulsiva. O impulso da geração do pós-guerra, da geração de Maastricht, da geração que trouxe o Mercado Único e a livre circulação de capitais, bens e pessoas, está agora esgotada. A geração mais jovem que a irá substituir ainda não descobriu para onde quer ir. Enquanto assim for, a Europa permanecerá num impasse, numa situação de desconforto entre as celebrações da paz que a União Europeia se considera ter alcançado e os conflitos que as suas contradições internas estão hoje a incitar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 15. Um touro dentro de um bazar chinês – PARTE II

(John Mauldin, 27 de Janeiro de 2019)

A alavancagem é uma coisa curiosa.  Ela permite que se façam  coisas que de outra forma não se  conseguiria fazer. A desalavancagem é o oposto de diversão porque neste  caso deve-se  fazer coisas que se  prefere evitar.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE II

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Durante anos, sempre que falámos sobre a economia europeia, um país esteve sempre no centro da discussão: a Alemanha. Sim, o Reino Unido e a França são grandes, mas a Alemanha é gigante. Se a Alemanha espirra, o resto do continente apanha frio. E a Alemanha  está a espirrar muito neste momento.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE I

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Os americanos gostam de pensar que estamos isolados do mundo. Temos grandes oceanos de ambos os lados. Geopoliticamente, eles servem como amortecedores. Mas, economicamente, eles ligam-nos a outros mercados importantes que são fundamentais para muitas empresas americanas. Os problemas nesses mercados são também, em última análise, problemas para os EUA.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 13. Porque é que a economia mundial aparece tão frágil

(Martin Wolf, 17 de Janeiro de 2019)

A questão com que nos devemos preocupar não é o estado do ciclo de curto prazo. É perfeitamente provável que venha a haver um abrandamento modesto e controlável, sem que daí resulte nada de muito danificado. A preocupação deve antes prender-se com o contexto em que tal abrandamento poderá ocorrer. É a instabilidade política e  das políticas, combinadas  com o esgotamento das opções seguras para a expansão do crédito, que tornariam  potencialmente tão difícil lidar com a gestão duma desaceleração a curto prazo, mesmo que limitada e natural.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 12. O Fantasma do Futuro Natal – Um mundo assustador nos espera, a menos que mudemos os nossos hábitos.

(Chris Martenson, 28 de Dezembro de 2018)

Mas, para além das nossas carteiras de títulos, os desequilíbrios que enfrentamos são extraordinários e estão espalhados por todo o mundo – económica, política, ecológica e demograficamente – e simplesmente não existem recursos suficientes para voltar ao ritmo fiável e rápido do crescimento económico registado no século XX.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 11. Isto vai ser bem pior do que poderemos pensar

(Michael Snyder, Janeiro de 2019)

Estamos a chegar rapidamente ao ponto em que a América será ingovernável.  Não importa quem esteja no poder, haverá raiva, conflito, discórdia e ressentimento.  Dezenas de milhões de americanos odiavam Barack Obama e não o consideravam o seu presidente, e agora dezenas de milhões de americanos odeiam Donald Trump e não o consideram  o seu presidente.  As nossas instituições políticas estão a desfazer-se   e a fé no sistema está num mínimo histórico.