Posts Tagged: liberdade

PEDRO PEDREIRO por Luísa Lobão Moniz

Chico Buarque de Hollanda ganhou o Prémio Camões em 2019, pelo seu contributo para o enriquecimento do património literário e cultural da Língua Portuguesa. Chico Buarque cantor, músico e escritor brasileiro, de referência para os jovens portugueses no tempo da

PEDRO PEDREIRO por Luísa Lobão Moniz

Chico Buarque de Hollanda ganhou o Prémio Camões em 2019, pelo seu contributo para o enriquecimento do património literário e cultural da Língua Portuguesa. Chico Buarque cantor, músico e escritor brasileiro, de referência para os jovens portugueses no tempo da

“SEI QUE ESTÁS EM FESTA, PÁ!” por Luísa Lobão Moniz

A Revolução dos Cravos devolveu a Liberdade e a Liberdade não existe se não se puder informar todas as pessoas do que se passa nos países onde vivemos. A informação sobre questões sociais corre o risco de muitos pensarem que

“SEI QUE ESTÁS EM FESTA, PÁ!” por Luísa Lobão Moniz

A Revolução dos Cravos devolveu a Liberdade e a Liberdade não existe se não se puder informar todas as pessoas do que se passa nos países onde vivemos. A informação sobre questões sociais corre o risco de muitos pensarem que

DIA MUNDIAL DA POESIA – “LIBERTÉ”, de PAUL ÉLUARD, por GÉRARD PHILIPPE

Paul Éluard, pseudónimo de Eugène Emile Paul Grindel, nasceu em 1895, Saint-Denis (Paris) e morreu em 1952, Charenton-le-Pont (Paris). Poeta francês. Participou no movimento dadaísta, de Tristan Tzara, e depois no surrealismo, de André Breton. Desvinculou-se deste último movimento depois

DIA MUNDIAL DA POESIA – “LIBERTÉ”, de PAUL ÉLUARD, por GÉRARD PHILIPPE

Paul Éluard, pseudónimo de Eugène Emile Paul Grindel, nasceu em 1895, Saint-Denis (Paris) e morreu em 1952, Charenton-le-Pont (Paris). Poeta francês. Participou no movimento dadaísta, de Tristan Tzara, e depois no surrealismo, de André Breton. Desvinculou-se deste último movimento depois

CARTA DE BARCELONA – En hores de tenebra, un fet, una cita, un poeta / 3 – por JOSEP A. VIDAL

    UN FET Catalunya, si més no aquella que es reconeix a si mateixa com a nació sobirana, lliure, independent i republicana, seu aquests dies al banc dels acusats. i amb ella s’hi asseu també la democràcia espanyola, víctima

CARTA DE BARCELONA – En hores de tenebra, un fet, una cita, un poeta / 3 – por JOSEP A. VIDAL

    UN FET Catalunya, si més no aquella que es reconeix a si mateixa com a nació sobirana, lliure, independent i republicana, seu aquests dies al banc dels acusats. i amb ella s’hi asseu també la democràcia espanyola, víctima

SONHEI SER MAIS DO QUE PROFESSORA por Luísa Lobão Moniz

  Entrei na minha profissão sonhando ser mais do que professora, queria ser capaz de ser o que eu idealizava ser mestre-escola. Quando entrei para a então Escola do Magistério Primeiro, os meus primeiros passos foram seguros e determinados. Vou

SONHEI SER MAIS DO QUE PROFESSORA por Luísa Lobão Moniz

  Entrei na minha profissão sonhando ser mais do que professora, queria ser capaz de ser o que eu idealizava ser mestre-escola. Quando entrei para a então Escola do Magistério Primeiro, os meus primeiros passos foram seguros e determinados. Vou

CARTA DE BRAGA – A tranquilidade de um homem livre – por ANTÓNIO OLIVEIRA

  “Barquilhos” eram umas toscas folhas de cone feitas de massa que D. Ramon confeccionava e vendia. A massa, toda trabalhada à mão, era muito mais grosseira do que a dos regulares cones dos sorvetes. Parei aqui, neste parágrafo de

CARTA DE BRAGA – A tranquilidade de um homem livre – por ANTÓNIO OLIVEIRA

  “Barquilhos” eram umas toscas folhas de cone feitas de massa que D. Ramon confeccionava e vendia. A massa, toda trabalhada à mão, era muito mais grosseira do que a dos regulares cones dos sorvetes. Parei aqui, neste parágrafo de

NO DIA 25 DE ABRIL por Luísa Lobão Moniz

Abril, o que nos vem à memória? Nos, a quem? Quem viveu o dia 25 de Abril de 1974. Soldados na rua, metralhadoras com cravos vermelhos, Grândola Vila Morena, libertação dos presos políticos, ruas a abarrotar de pessoas de todas

NO DIA 25 DE ABRIL por Luísa Lobão Moniz

Abril, o que nos vem à memória? Nos, a quem? Quem viveu o dia 25 de Abril de 1974. Soldados na rua, metralhadoras com cravos vermelhos, Grândola Vila Morena, libertação dos presos políticos, ruas a abarrotar de pessoas de todas

PETIÇÃO – CARTA AOS JOVENS PORTUGUESES PELA LIBERTAÇÃO DE AHED TAMIMI E DE TODOS OS JOVENS PALESTINOS PRESOS POR ISRAEL

Carta aos jovens portugueses pela libertação de Ahed Tamimi e de todos os jovens palestinos presos por Israel Para: Jovens portugueses Petição enviada por Maria do Céu Guerra com a seguinte mensagem: Esta é uma petição dedicada a signatários jovens que

PETIÇÃO – CARTA AOS JOVENS PORTUGUESES PELA LIBERTAÇÃO DE AHED TAMIMI E DE TODOS OS JOVENS PALESTINOS PRESOS POR ISRAEL

Carta aos jovens portugueses pela libertação de Ahed Tamimi e de todos os jovens palestinos presos por Israel Para: Jovens portugueses Petição enviada por Maria do Céu Guerra com a seguinte mensagem: Esta é uma petição dedicada a signatários jovens que

Els arguments de la defecció i les “fashion dictatorships”

És si més no curiosa, o a mi m’ho sembla, la persistència humana a insistir en valors i conviccions que no s’adiuen gaire amb la nostra manera de viure quotidiana i que els nostres comportaments desmenteixen amb una freqüència que

Els arguments de la defecció i les “fashion dictatorships”

És si més no curiosa, o a mi m’ho sembla, la persistència humana a insistir en valors i conviccions que no s’adiuen gaire amb la nostra manera de viure quotidiana i que els nostres comportaments desmenteixen amb una freqüència que

CONTOS & CRÓNICAS – CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – VIVA A LIBERDADE

    O que mais irrita na classe média e nas “classes menos favorecidas” é isso, precisamente: serem médias e pouco favorecidas. Sobretudo de um ponto de vista cultural e intelectual. É não perceberem, é não atingirem, mesmo com o

CONTOS & CRÓNICAS – CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – VIVA A LIBERDADE

    O que mais irrita na classe média e nas “classes menos favorecidas” é isso, precisamente: serem médias e pouco favorecidas. Sobretudo de um ponto de vista cultural e intelectual. É não perceberem, é não atingirem, mesmo com o

O QUE SE ANDA A PASSAR? Por Luísa Lobão Moniz

O que se anda a passar no mundo? E entre nós? Não acredito que as gerações que acompanharam e festejaram o 25 de Abril estejam tão desiludidas que se tenham abstido de lutar, cada vez mais, pela democracia. Foram muitos

O QUE SE ANDA A PASSAR? Por Luísa Lobão Moniz

O que se anda a passar no mundo? E entre nós? Não acredito que as gerações que acompanharam e festejaram o 25 de Abril estejam tão desiludidas que se tenham abstido de lutar, cada vez mais, pela democracia. Foram muitos

MÁRIO SOARES MORREU A 7 DE JANEIRO DE 2017 por Luísa Lobão Moniz

Morreu Mário Soares. Foi um homem de coragem na luta contra a ditadura e na luta pela vida em liberdade. Nas escolas as crianças, carinhosamente, chamavam ao Presidente da República o Bochechas. Na campanha eleitoral em que foi eleito Presidente

MÁRIO SOARES MORREU A 7 DE JANEIRO DE 2017 por Luísa Lobão Moniz

Morreu Mário Soares. Foi um homem de coragem na luta contra a ditadura e na luta pela vida em liberdade. Nas escolas as crianças, carinhosamente, chamavam ao Presidente da República o Bochechas. Na campanha eleitoral em que foi eleito Presidente

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (147)

O PALACETE DOS MONTEIRO MOREIRA Em 1724, no topo norte da então Praça Nova das Hortas, (ao longo do tempo foi denominada, Hortas do Bispo, Praça Nova, Praça da Constituição, voltou a chamar-se Praça Nova, Praça de D. Pedro, Praça

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (147)

O PALACETE DOS MONTEIRO MOREIRA Em 1724, no topo norte da então Praça Nova das Hortas, (ao longo do tempo foi denominada, Hortas do Bispo, Praça Nova, Praça da Constituição, voltou a chamar-se Praça Nova, Praça de D. Pedro, Praça

A LUTA PELA LIBERDADE por Luísa Lobão Moniz

  Em memória de todos aqueles que lutaram, e deram as suas vidas pela democracia e pela liberdade, em memória daqueles que estão hoje nas cadeias por motivos políticos e que estão a defender o povo a que pertencem com

A LUTA PELA LIBERDADE por Luísa Lobão Moniz

  Em memória de todos aqueles que lutaram, e deram as suas vidas pela democracia e pela liberdade, em memória daqueles que estão hoje nas cadeias por motivos políticos e que estão a defender o povo a que pertencem com