(In Le Point, 20/08/2016)
“A democracia comporta sempre uma forma de incompletude, porque não se basta a si-mesma” responde, na verdade, Emmanuel Macron. “Há no processo democrático e no seu funcionamento um ausente.” Na política francesa, este ausente é a figura do rei, do qual eu acredito fundamentalmente que o povo francês não queria a morte.
