(Dominique Méda, publicação da OIT, 2016, Tradução Júlio Marques Mota)
A tecnologia desempenha um papel decisivo nos trabalhos que visam modelar a evolução futura das nossas sociedades: os críticos dos efeitos destrutivos do crescimento no património natural são, de facto, relativizados por muitos economistas que, na continuação do Solow (1986), consideram que o progresso tecnológico reduzirá a intensidade energética (o volume de emissões de CO2 por unidade do PIB) e alcançará o crescimento “verde” ou “limpo”, de modo a tornar a revolução tecnológica perfeitamente convergente com o imperativo ecológico.
