(Isabelle Bourboulon, Setembro de 2017, Tradução Júlio Marques Mota)
Não ter em conta esta questão central do trabalho num contexto de descontentamento social devido a dificuldades económicas, à precariedade e ao desemprego, podemos voltar a ver a ocorrência de fenómenos de violência como outrora em que se verificaram casos de sequestro de patrões ou ameaças para explodir o local de produção e os meios de produção. A crise do trabalho poderá então assumir formas muito mais radicais do que as dos “riscos psicossociais”.
