Posts Tagged: mercado de trabalho

A Uberização, um retorno ao século XIX? – Entrevista com SARAH ABDELNOUR

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Entrevista conduzida por Marion Beauvalet Publicado por  em 28 dezembro de 2018 (ver aqui) Sarah Abdelnour é socióloga do trabalho e professora no laboratório de investigação IRISSO da Universidade de Paris-Dauphine, especializada na

A Uberização, um retorno ao século XIX? – Entrevista com SARAH ABDELNOUR

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Entrevista conduzida por Marion Beauvalet Publicado por  em 28 dezembro de 2018 (ver aqui) Sarah Abdelnour é socióloga do trabalho e professora no laboratório de investigação IRISSO da Universidade de Paris-Dauphine, especializada na

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte III

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A uberização, que introduz uma relação de trabalho distanciada entre comanditários do trabalho e trabalhadores através de plataformas digitais, é baseada na ausência de subordinação para escapar às restrições legais que acompanham essa mesma subordinação. Os trabalhadores que são governados por esta lógica proclamam a sua liberdade, a sua independência, a sua capacidade em decidir dos seus horários, do seu tempo de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte III

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A uberização, que introduz uma relação de trabalho distanciada entre comanditários do trabalho e trabalhadores através de plataformas digitais, é baseada na ausência de subordinação para escapar às restrições legais que acompanham essa mesma subordinação. Os trabalhadores que são governados por esta lógica proclamam a sua liberdade, a sua independência, a sua capacidade em decidir dos seus horários, do seu tempo de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte II

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A modernização dos processos de gestão que se quer ser  portadora da humanização do trabalho, que afirma a sua rutura com o taylorismo, inventou uma nova forma de trabalho que tem muitos aspetos preocupantes. A lógica taylorista não desapareceu, mas foi repensada e metamorfoseada. Agora pretende ser incorporado em ferramentas disponibilizadas para assalariados que devem mobilizá-las com consciência em função de situações flutuantes, mesmo que sejam contrários aos seus valores de profissão, aos seus valores profissionais.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte II

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A modernização dos processos de gestão que se quer ser  portadora da humanização do trabalho, que afirma a sua rutura com o taylorismo, inventou uma nova forma de trabalho que tem muitos aspetos preocupantes. A lógica taylorista não desapareceu, mas foi repensada e metamorfoseada. Agora pretende ser incorporado em ferramentas disponibilizadas para assalariados que devem mobilizá-las com consciência em função de situações flutuantes, mesmo que sejam contrários aos seus valores de profissão, aos seus valores profissionais.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte I

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O desejo de promover uma organização do trabalho que possa funcionar de forma independente dos estados de alma, da boa ou a má vontade dos trabalhadores, mas de acordo com os únicos critérios de eficiência e lucratividade desejados pelo empregador é, portanto, o motor real do taylorismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte I

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O desejo de promover uma organização do trabalho que possa funcionar de forma independente dos estados de alma, da boa ou a má vontade dos trabalhadores, mas de acordo com os únicos critérios de eficiência e lucratividade desejados pelo empregador é, portanto, o motor real do taylorismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

A REESTRUTURAÇÃO VIOLENTA DO MERCADO DE TRABALHO EM PORTUGAL, AUMENTO DA PROLETARIZAÇÃO E DA PRECARIEDADE, E BAIXOS SALÁRIOS – por EUGÉNIO ROSA

  A REESTRUTURAÇÃO VIOLENTA DO MERCADO DE TRABALHO EM PORTUGAL, AUMENTO DA PROLETARIZAÇÃO E DA PRECARIEDADE, E BAIXOS SALÁRIOS Embora tenha passada despercebida a sua dimensão, o certo é que, no nosso país, com a crise e com a “troika”

A REESTRUTURAÇÃO VIOLENTA DO MERCADO DE TRABALHO EM PORTUGAL, AUMENTO DA PROLETARIZAÇÃO E DA PRECARIEDADE, E BAIXOS SALÁRIOS – por EUGÉNIO ROSA

  A REESTRUTURAÇÃO VIOLENTA DO MERCADO DE TRABALHO EM PORTUGAL, AUMENTO DA PROLETARIZAÇÃO E DA PRECARIEDADE, E BAIXOS SALÁRIOS Embora tenha passada despercebida a sua dimensão, o certo é que, no nosso país, com a crise e com a “troika”

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte III

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O sindicalismo só pode desempenhar o seu papel se puder estar  em simultâneo dentro e fora desta relação de produção: disso depende a sua capacidade de fornecer ao assalariado uma área de liberdade permitindo refletir e agir sobre o trabalho e as relações sociais de trabalho. Só pensando-se como um movimento social é que o sindicalismo poderá ser capaz de cumprir essa exigência.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte III

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O sindicalismo só pode desempenhar o seu papel se puder estar  em simultâneo dentro e fora desta relação de produção: disso depende a sua capacidade de fornecer ao assalariado uma área de liberdade permitindo refletir e agir sobre o trabalho e as relações sociais de trabalho. Só pensando-se como um movimento social é que o sindicalismo poderá ser capaz de cumprir essa exigência.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte II

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O código de trabalho desempenha um papel de proteção visando contrabalançar a desigualdade do contrato de trabalho, criando direitos individuais e coletivos. O direito do trabalho, ligando de forma indissolúvel o código do trabalho e o código de segurança social, permanece ao mesmo tempo um reflexo do compromisso do trabalho, o que é desencadeado pelo assalariado num processo de subordinação marcado pela alienação do trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte II

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O código de trabalho desempenha um papel de proteção visando contrabalançar a desigualdade do contrato de trabalho, criando direitos individuais e coletivos. O direito do trabalho, ligando de forma indissolúvel o código do trabalho e o código de segurança social, permanece ao mesmo tempo um reflexo do compromisso do trabalho, o que é desencadeado pelo assalariado num processo de subordinação marcado pela alienação do trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte I

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A saúde no trabalho foi marcada como uma questão de lutas sociais no século XIX. A fim de estabelecer esta relação específica entre saúde e trabalho, foi necessário provar que a saúde dos trabalhadores não dependia do seu estilo de vida ou da fatalidade associada a um “risco profissional”. As lutas dos assalariados foram bem sucedidas  em provar a nocividade do seu trabalho. As ações em justiça tiveram muito sucesso. O culminar deste pôr em causa o trabalho nocivo, a lei de 1893 exige aos empregadores manter os locais de trabalho ” num estado constante da limpeza”, representando a primeira lei geral quanto á responsabilidade dos empregadores no que diz respeito à saúde dos trabalhadores.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte I

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A saúde no trabalho foi marcada como uma questão de lutas sociais no século XIX. A fim de estabelecer esta relação específica entre saúde e trabalho, foi necessário provar que a saúde dos trabalhadores não dependia do seu estilo de vida ou da fatalidade associada a um “risco profissional”. As lutas dos assalariados foram bem sucedidas  em provar a nocividade do seu trabalho. As ações em justiça tiveram muito sucesso. O culminar deste pôr em causa o trabalho nocivo, a lei de 1893 exige aos empregadores manter os locais de trabalho ” num estado constante da limpeza”, representando a primeira lei geral quanto á responsabilidade dos empregadores no que diz respeito à saúde dos trabalhadores.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte IV

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A nova fase de desregulamentação no mercado de trabalho pode, em última instância, facilitar os despedimentos, destruir mais empregos do que criá-los e, acima de tudo, redesenhar os contornos dos diferentes segmentos do emprego – “internos” e “externos”, estáveis e precários, formal e informal … Devido à deterioração da qualidade dos empregos oferecidos (seja de baixa ou alta qualificação), as novas formas de emprego provavelmente implicarão um aumento de utilização de uma mão-de-obra recém-chegada e, ao mesmo tempo, afetar a muitos assalariados de antigas vagas migratórias, já residentes na França desde há muito tempo ou até mesmo nascidos na França.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte IV

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A nova fase de desregulamentação no mercado de trabalho pode, em última instância, facilitar os despedimentos, destruir mais empregos do que criá-los e, acima de tudo, redesenhar os contornos dos diferentes segmentos do emprego – “internos” e “externos”, estáveis e precários, formal e informal … Devido à deterioração da qualidade dos empregos oferecidos (seja de baixa ou alta qualificação), as novas formas de emprego provavelmente implicarão um aumento de utilização de uma mão-de-obra recém-chegada e, ao mesmo tempo, afetar a muitos assalariados de antigas vagas migratórias, já residentes na França desde há muito tempo ou até mesmo nascidos na França.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte III

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)
.
A fragmentação dos postos de trabalhos em múltiplas tarefas, o trabalho a tempo parcial imposto e os horários sequenciais e ou partidos ao longo dos dias da semana são a sorte de muitas das mulheres imigrantes. Muitos deles, a trabalhar em hotéis e distribuição, possuem contratos a tempo parciais, cujos horários são distribuídos por 6 dias e nunca podem beneficiar de um fim-de-semana de descanso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte III

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)
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A fragmentação dos postos de trabalhos em múltiplas tarefas, o trabalho a tempo parcial imposto e os horários sequenciais e ou partidos ao longo dos dias da semana são a sorte de muitas das mulheres imigrantes. Muitos deles, a trabalhar em hotéis e distribuição, possuem contratos a tempo parciais, cujos horários são distribuídos por 6 dias e nunca podem beneficiar de um fim-de-semana de descanso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte II

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

As modalidades de emprego precário continuaram a desenvolver-se desde os meados da década de 1970 – através do recrutamento pela via da utilização de prestadores de serviços, trabalho temporário, contratos a termo, contratos sazonais ou derrogações ao direito comum, de estagiários – e tudo isso permitiu a concorrência entre categorias de trabalhadores pouco qualificados – mulheres, jovens, imigrantes, pessoas rurais …

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte II

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

As modalidades de emprego precário continuaram a desenvolver-se desde os meados da década de 1970 – através do recrutamento pela via da utilização de prestadores de serviços, trabalho temporário, contratos a termo, contratos sazonais ou derrogações ao direito comum, de estagiários – e tudo isso permitiu a concorrência entre categorias de trabalhadores pouco qualificados – mulheres, jovens, imigrantes, pessoas rurais …