Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 4º Texto – A Alemanha – Estratégia de crescimento alemã a perder força – expõe falhas profundas na arquitetura europeia

(Bill Mitchell, 19 de Fevereiro de 2019)

Como é que se sustenta o crescimento económico quando o crescimento da produtividade do trabalho ultrapassa o crescimento do salário real, especialmente quando os governos estavam a tentar reduzir os seus défices e, consequentemente, a sua contribuição para a despesa total nas suas economias? Como é que a economia recicla a crescente participação nos lucros para ultrapassar a capacidade decrescente dos trabalhadores para consumir?

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 3º Texto – A Alemanha – Os excedentes comerciais alemães demonstram o fracasso da zona euro

(Bill Mitchell , 24 de Abril de 2017)

Para resolver este problema (que é um enorme desequilíbrio entre poupança interna e investimento), a Alemanha necessita de uma maior procura interna e de um crescimento mais rápido dos seus salários, tanto para melhorar o desempenho muito modesto do consumo como para atrair investimentos para o mercado interno.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 2º Texto – A Alemanha – O que é que se passa com a Alemanha?

(Nick Kounis, 5 de Abril de 2019)

As autoridades alemãs poderiam fazer mais para incentivar uma transição para a procura interna, o que seria bom para a Alemanha e para a zona euro. O ponto de partida mais óbvio seria o reforço do estímulo orçamental. Na verdade, até mesmo o BCE começou a insinuar isso.