Posts Tagged: café

Revista da Semana por Luís Rocha

Revista da semana De 8/03 a 14/03/2015 Esta semana destaco as notícias e acontecimentos relacionados com os 70 anos da TAP, a chamada pelo governo dos emigrantes “aconselhados a procurar trabalho fora do país”, a greve dos funcionários públicos, a

Revista da Semana por Luís Rocha

Revista da semana De 8/03 a 14/03/2015 Esta semana destaco as notícias e acontecimentos relacionados com os 70 anos da TAP, a chamada pelo governo dos emigrantes “aconselhados a procurar trabalho fora do país”, a greve dos funcionários públicos, a

DIA DO PORTO – O Ceuta era o centro do Mundo – por Soares Novais

O “CEUTA” ERA O CENTRO DO MUNDO Foi aos nove anos que fiquei sem os afagos de meu pai. Vivíamos, então, na Rua de José Falcão, a dois minutos dos “Aliados”. A casa era grande e os seus habitantes uma

DIA DO PORTO – O Ceuta era o centro do Mundo – por Soares Novais

O “CEUTA” ERA O CENTRO DO MUNDO Foi aos nove anos que fiquei sem os afagos de meu pai. Vivíamos, então, na Rua de José Falcão, a dois minutos dos “Aliados”. A casa era grande e os seus habitantes uma

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (37)

CRÓNICA DE BEM DIZER Foi no sábado passado, a meio da tarde, que me deu uma vontade, quase incontrolável, de ir até à baixa. Ora, quando estas vontades me acontecem, especialmente se forem, como esta, incontroláveis, nem faço questão de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (37)

CRÓNICA DE BEM DIZER Foi no sábado passado, a meio da tarde, que me deu uma vontade, quase incontrolável, de ir até à baixa. Ora, quando estas vontades me acontecem, especialmente se forem, como esta, incontroláveis, nem faço questão de

CONTOS & CRÓNICAS – “POIS É” – Por José Magalhães (17)

POIS É! . Quand il ne disait rien il observait le silence . Parávamos todos os dias no mesmo local para descontrair e tomar um café. Olhei-a de longe, mais tempo do que deveria. Nem sei porquê. Naquele dia havia

CONTOS & CRÓNICAS – “POIS É” – Por José Magalhães (17)

POIS É! . Quand il ne disait rien il observait le silence . Parávamos todos os dias no mesmo local para descontrair e tomar um café. Olhei-a de longe, mais tempo do que deveria. Nem sei porquê. Naquele dia havia

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (26)

  NO INVERNO, A PASSEAR PELA CIDADE   Dei por mim, nestes dias de fim de Fevereiro, a percorrer a cidade. Sem norte, sem destino, olhando simplesmente as ruas, as pessoas, os carros e os prédios. Procurando pormenores, redescobrindo a

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (26)

  NO INVERNO, A PASSEAR PELA CIDADE   Dei por mim, nestes dias de fim de Fevereiro, a percorrer a cidade. Sem norte, sem destino, olhando simplesmente as ruas, as pessoas, os carros e os prédios. Procurando pormenores, redescobrindo a

CONTOS & CRÓNICAS – “O SENHOR ADÉRITO, ENGRAXADOR” – Por José Magalhães

O SENHOR ADÉRITO, ENGRAXADOR Já lá vão muitos anos, mas as lembranças fluíam com rapidez. Sentado à mesa de um café da baixa Portuense, olhei os meus sapatos e pensei em quanto me saberia bem que aquele café tivesse um

CONTOS & CRÓNICAS – “O SENHOR ADÉRITO, ENGRAXADOR” – Por José Magalhães

O SENHOR ADÉRITO, ENGRAXADOR Já lá vão muitos anos, mas as lembranças fluíam com rapidez. Sentado à mesa de um café da baixa Portuense, olhei os meus sapatos e pensei em quanto me saberia bem que aquele café tivesse um

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (19)

O TEMPORAL, O SR TEIXEIRA, E UM CIMBALINO* SE FAZ FAVOR Chove que Deus a dá e eu a olhar para o Farolim de Felgueiras. A máquina fotográfica na mão direita, o guarda-chuva na esquerda, aberto, como convém nestas circunstâncias, 

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (19)

O TEMPORAL, O SR TEIXEIRA, E UM CIMBALINO* SE FAZ FAVOR Chove que Deus a dá e eu a olhar para o Farolim de Felgueiras. A máquina fotográfica na mão direita, o guarda-chuva na esquerda, aberto, como convém nestas circunstâncias,