(Por Rawi Abdelal, 2005)
A abordagem americana de uma mundialização ad hoc, que convém a uma superpotência de ambições económicas estreitas, contrasta fortemente com a abordagem francesa “da mundialização controlada”, estratégia que convém a uma potência média dotada de ambições mundiais. La Fontaine já o tinha referido “É senhor dos lugares quem os organiza ”.
